
Red Bull Music Academy: A escola que dá asas a novos músicos

A propósito dos seus 25 anos, os Mão Morta contam em 2010 com um conjunto de iniciativas especiais.
O novo álbum, "Pesadelo de Peluche", só tem lançamento previsto para Abril, mas como muitos fãs não conhecem - ou não conseguiram adquirir - alguns dos antigos, já esgotados, a banda de Braga reedita antes parte do seu catálogo.
Assim, a caixa "Mão Morta 1988-1992" chega quarta-feira às lojas (mas já pode ser comprada através do site da editora Cobra) e reúne os quatro primeiros discos da banda, que conhecem agora a segunda edição em CD (doze anos depois da anterior):"Mão Morta" (1988), "Corações Felpudos" (1990), "O.D., Rainha do Rock & Crawl" (1990) e "Mutantes S.21" (1992).
Abaixo fica parte da conversa que tive com dois elementos do sexteto, Adolfo Luxúria Canibal e António Rafael, centrada nesta reedição especial. E para os próximos dias ficam prometidos mais vídeos da entrevista sobre outros temas:

Filme: "Podes Contar Comigo", 2000
Realizador: Kenneth Lonergan
Uma história simples. É este o motor da primeira (e única) longa-metragem de Kenneth Lonergan, drama familiar contido e sóbrio ancorado na relação de dois irmãos: ela interpretada por Laura Linney, ele por Mark Ruffalo.
A dupla protagonista é, aliás, uma daquelas escolhas de casting perfeitas e insubstituíveis, com uma química que poucos filmes podem orgulhar-se de oferecer (à qual se junta o pequeno Rory Culkin, noutra interpretação que merece todos os elogios).
Decorrido numa pequena localidade norte-americana, cujo ambiente bucólico reforça o tom intimista, "Podes Contar Comigo" é um exemplo do cinema independente no seu melhor, conseguindo ser comovente mas mantendo-se sempre a milhas do dramalhão funguento. Um pequeno grande filme que, sem trazer nada de novo, mostra que muitas vezes também não é preciso inventar nada.

Não falta mística a "Coming Out". A sua estreia decorreu na noite da queda do muro de Berlim, foi o primeiro (e único) filme da Alemanha Oriental centrado na homossexualidade e acabou premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim em 1990.
Mas visto hoje, mais de duas décadas depois, este drama de Heiner Carow distingue-se mais como curiosidade histórica do que enquanto abordagem especialmente inspirada da temática.
É claro que, tendo em conta o contexto em que nasceu, é um filme corajoso, embora esse arrojo também o leve a funcionar, por vezes, como uma bandeira a favor da tolerância e integração - a mensagem é louvável, já a forma como é passada nem por isso, revelando-se ocasionalmente ingénua e genérica.
Alicerçado no colapso emocional de um jovem professor, cada vez mais incapaz de manter uma relação com uma colega à medida que vai aceitando a sua orientação sexual, "Coming Out" consegue, mesmo assim, dar alguma intensidade a uma premissa genérica.
O elenco, em particular o actor principal, ajuda a conferir credibilidade às situações, e a realização despojada acentua o realismo dos ambientes (até porque todos os espaços nocturnos eram de facto reais e frequentados por grande parte dos secundários e figurantes do filme).
E se a narrativa cai por vezes na modorra, também serve algumas cenas fortes que ajudam a fazer desta uma obra meritória (como as do protagonista no quarto ou o monólogo de um idoso, com ecos do Holocausto), ainda que os seus maiores méritos não sejam os cinematográficos.

"Coming Out" integrou a programação da 7ª edição da KINO - Mostra de cinema de expressão alemã de Lisboa
Os Bombeiros de Vila Praia de Âncora necessitam urgentemente de uma ambulância. E Jorge Romão, músico dos GNR, pretende ajudá-los através do leilão de dois dos seus baixos eléctricos, um ARIA "Integra" e um modelo exclusivo.
No vídeo abaixo, o baixista explica como surgiu a ideia, pouco comum em músicos nacionais, e que peças de memorabilia de outros músicos gostaria de adquirir. E eventuais interessados na compra dos baixos podem licitá-los aqui:

Numa altura em que a animação por computador revela prodígios técnicos cada vez mais apurados, uma obra como "A Princesa e o Sapo", que assinala o regresso da Disney ao desenho à mão, poderá parecer modesta para quem espera grandes inovações a cada novo filme.
Curiosamente, o melhor desta nova colaboração de John Musker e Ron Clements (realizadores responsáveis por "A Pequena Sereia" e "Aladdin") é mesmo a vertente visual, longe de revolucionária (nem precisa de o ser) mas com um cuidado e brilho como há muito não se via num filme dos estúdios.
A atmosfera de Nova Orleães, local onde decorre a acção (pouco depois da I Guerra Mundial), respira vida, energia e cor, e a fértil paleta cromática atinge o auge nos números musicais, que mesmo sem superarem a inspiração de alguns clássicos da casa nunca são menos do que cativantes (Rob Marshall bem podia tirar umas notas para um eventual sucessor de "Nove").
É pena que o fulgor visual não tenha correspondência no argumento, sobretudo quando este deixa a protagonista transformada em sapo durante grande parte do filme - especialmente lamentável já que, na sua forma humana, esta princesa é das mais carismáticas da Disney.
E o obrigatório vilão, que quando introduzido também não parece ter falta de carisma, acaba por ser pouco explorado, não deixando muitas saudades como um parente pobre de Jaffar.
Em compensação "A Princesa e o Sapo" tem boas personagens secundárias, gags felizes, um grande coração e não se poupa a alguns riscos (visíveis, por exemplo, no destino de um dos ajudantes do casal protagonista). E se ainda não é desta que a Disney volta a fazer um filme ao nível dos melhores, pelo menos prova que vai valendo a pena continuar à espera.

Outras estreias:
"Homens que Matam Cabras só com o Olhar", de Grant Heslov
"Tudo Pode Dar Certo", de Woody Allen
e-Cinema: A Disney de volta à animação tradicional

Há dois filmes em "Ghosted". Um concentra-se na história de amor entre Sophie, uma artista multimédia alemã, e Ai-ling, uma taiwanesa que emigra para Hamburgo em busca de pistas do seu passado.
O outro lida com a vida de Sophie após a morte abrupta de Ai-ling (cujo motivo permanece uma incógnita quase até ao final) e com os seus contactos com outra taiwanesa, que tenta entrevistá-la para uma publicação - e aqui esta obra de Monika Treut aproxima-se mais do thriller sobrenatural do que da crónica conjugal.
Intercaladas através de recorrentes flashbacks, estas duas linhas narrativas são muitas vezes intrigantes mas não chegam a construir um todo particularmente seguro.
"Ghosted" resulta bem quando incide nos episódios domésticos do casal protagonista, onde apesar dos contrastes culturais terem influência a homossexualidade não é tratada como um tema - abordagem rara e refrescante.
Infelizmente, quando aposta numa atmosfera de mistério (de tom fantasmagórico, embora sóbrio) o filme não se mostra tão convincente, lançando algumas pistas interessantes para acabar por desapontar num desenlace mal resolvido.
Fica a relativa originalidade da proposta e, ainda assim, a curiosidade em conhecer mais títulos de Monika Treut, autora com uma longa obra centrada essencialmente na mulher e na sexualidade.

"Ghosted" é um dos filmes da programação da 7ª edição da KINO - Mostra de cinema de expressão alemã de Lisboa

Gerhard Klein, como realizador, e Wolfgang Kohlhaase, como argumentista, foram dois nomes fortes do cinema da Alemanha Oriental e autores de uma série de títulos conhecida como Berlin Films - alguns deles banidos nas décadas de 50 e 60.
"Berlim – Esquina Schönhauser" é um dos mais emblemáticos e daqueles que se tornou num objecto de culto, sendo muitas vezes considerado um dos melhores retratos da juventude alemã do pós-2ª Guerra Mundial.
O local que dá título ao filme era o ponto de encontro de adolescentes rebeldes e contestatários, e Klein e Kohlhaase centram-se em especial no quotidiano de quatro deles: Dieter, orfão, vive com o irmão e trabalha na construção civil; Ângela, a sua namorada, é costureira e tem uma relação atribulada com a sua mãe, viúva; Kohle, o mais imaturo e optimista, tenta esquecer as agressões do padrasto através do escapismo do cinema americano; e Karl-Heinz deixa de ser o adolescente modelo de uma família abastada quando se envolve em negócios obscuros.
Com um olhar crítico mas nem por isso maniqueísta, "Berlim – Esquina Schönhauser" espelha bem os contrastes entre o presente e o passado ou a Alemanha Ocidental e Oriental, elementos que marcam inevitavelmente o dia-a-dia dos jovens protagonistas - com reflexo na descoberta de uma bomba perto de uma estação de comboio ou na sedução de uma noite clandestina de jazz.
Além deste fosso geracional, histórico e cultural bem desenhado, o filme tem a seu favor a entrega de todo o elenco e a realização hábil e fluída de Klein, com a cereja em cima do bolo servida por uma soberba fotografia a preto e branco. Uma bela descoberta, portanto.

"Berlim – Esquina Schönhauser" é um dos filmes em exibição na 7ª edição da KINO - Mostra de cinema de expressão alemã de Lisboa
No ano passado, os seus singles despertaram alguma atenção não só junto da imprensa (em especial a britânica) mas também de vários blogs, e esse burburinho surgiu acompanhado por uma agenda preenchida com concertos pela Europa (incluindo Portugal, no festival Optimus Alive!09).
Meses depois de uma considerável passagem pelos palcos, os Delphic editam agora o aguardado disco de estreia, "Acolyte", que não defrauda as expectativas geradas pelos temas já apresentados e coloca o trio britânico entre as primeiras (boas) confirmações de 2010.

Mais próximo do rock electrónico de uns Friendly Fires ou Klaxons do que de outros conterrâneos com heranças do pós-punk, o grupo revela ainda óbvias ligações à euforia dançável que marcou a sua cidade-natal, Manchester, em finais dos anos 80 e inícios de 90.
Embora as guitarras dominem parte do alinhamento, os teclados e sintetizadores desempenham um papel igualmente determinante, numa combinação que está longe de ser original mas que tem frescura suficiente para alicerçar uma estreia aconselhável (e muitas vezes vibrante).

Estes elementos encontravam-se já, por exemplo, no livro de estilo dos New Order (com os quais os Delphic são habitualmente comparados), uma referência que, no entanto, está longe de ser a única - ou mesmo a mais forte - de "Acolyte".
Um tema como "Counterpoint" está mais próximo de uns Bloc Party remisturados pelos 808 State ou Orbital, e as texturas espaciais e etéreas destes últimos vincam vários momentos do disco - e alguns dos mais inspirados, como a belíssima faixa-título, com cerca de nove minutos quase sempre instrumentais onde os Delphic melhor exploram o seu sentido atmosférico.
Mesmo em temas aparentemente mais convencionais, como o single "This Momentary", a banda sabe como fugir à estrutura verso-refrão-verso (sem perder a eficácia pop), propondo um crescendo de intensidade com desfecho anticlimático.

Também capaz de surpreender, "Red Lights" abandona a meio um refrão contagiante para terminar de forma imprevisível e instrumental. "Remain", menos acelerado, serve um episódio contemplativo com electrónica cristalina.
E "Halcyon" instala um frenesim ansioso, com todas as condições para deixar uma pista de dança a gritar "Tell me something I can believe in/ What you say doesn't say that you mean it".
Nada de revolucionário, é certo, mas se todos os discos de estreia mantiverem pelo menos o nível e equilíbrio de "Acolyte", 2010 terá um cardápio musical apetitoso.

Delphic - "This Momentary"

Álbum: "Velocifero", 2008
Artista: Ladytron
O problema de "Velocifero" é apenas um: o disco anterior. "Witching Hour" (2005) atirou os Ladytron para um patamar de excelência que o seu sucessor nem sempre consegue atingir, mesmo que raramente se aproxime da mediania.
Mas quando acerta em cheio - e isso ainda acontece em vários momentos -, volta a mostrar que o quarteto de Liverpool é incomparável numa amálgava com o melhor da synth pop, do shoegaze ou de ambientes góticos e industriais.
Ao longo da década passada mais ninguém fez pop electrónica assim, e mesmo fora desses domínios há poucas bandas que se tenham mostrado tão consistentes ao longo de quatro álbuns. E "Velocifero" é facilmente um dos mais sedutores.
Mais sobre o disco aqui e abaixo a entrevista a um dos elementos do grupo, Reuben Wu:

Faleceu ontem o autor de "The Catcher in the Rye", livro que apresentou ao mundo Holden Caulfield, um dos adolescentes mais memoráveis da literatura (sobretudo para quem leu o livro no final da adolescência).
Sem dúvida o título mais influente do escritor, ofuscou também outras obras que de resto nunca se mostraram tão emblemáticas. Mas a morte de Salinger vem relembrar, pelo menos por aqui, que talvez ainda mereçam ser descobertas. R.I.P.

Depois de "A Troca" e do excelente "Gran Torino" terem passado pelas salas nacionais no ano passado, Clint Eastwood manteve-se prolífico e o resultado é a estreia de um novo filme já no primeiro mês de 2010.
"Invictus" acompanha a fase inicial de Nelson Mandela como presidente da África do Sul, em 1994, em particular a sua ligação (de forte apoio) à selecção de râguebi, que venceria o Campeonato do Mundo no ano seguinte.
Resta saber se este drama, protagonizado por Morgan Freeman e Matt Damon, mantém o rigor e sensibilidade do filme anterior ou se cai no tom excessivamente edificante de tantas outras histórias de triunfos sobre a adversidade. A resposta pode ser agora descoberta numa sala de cinema.
Outras estreias:
"A Bela e o Paparazzo", de António-Pedro Vasconcelos
"Anticristo", de Lars Von Trier
"O Exército do Crime", de Robert Guédiguian
e-Cinema: Clint Eastwood e o retrato de Nelson Mandela

O fotograma acima pertence a "Amoklove", de Julia C. Kaiser, uma das curtas-metragens da sétima edição da KINO - Mostra de cinema de expressão alemã, que arranca esta noite no Cinema São Jorge, em Lisboa, onde decorre até 4 de Fevereiro (e conta também com algumas sessões no Goethe Institut).
Além de curtas (todas exibidas em Cannes), a iniciativa propõe ainda longas-metragens e documentários, com filmes recentes (a maioria) e outros que já somam algumas décadas (os que constam da secção comemorativa dos 20 anos da queda do muro de Berlim).
As edições anteriores têm permitido boas descobertas e a programação deste ano volta a despertar curiosidade. Mais informações neste artigo e, nos próximos dias, dois ou três apontamentos sobre alguns filmes aqui no blog.
Canção: "Crystal"
Artista: New Order
Álbum: "Get Ready", 2001
Numa década em que serviram de inspiração para muitas novas bandas, os New Order não chegaram a destronar as melhores nos discos, uma vez que nem "Get Ready" nem "Waiting for the Siren's Call" foram muito além da mediania.
Em compensação, nas canções deixaram pelo menos um hino à altura dos seus dias mais determinantes. "Crystal" talvez não atinja o estado de graça dos clássicos "Blue Monday" e "True Faith", mas no mínimo estará lá muito perto.
Infeccioso desde os primeiros segundos e ainda mais nos seguintes, concentra os melhores quatro minutos e pouco que a banda de Manchester criou em muitos anos. Aqui fica o videoclip, o tal onde os Killers foram buscar a ideia para o nome:

Filme: "Verão Escaldante", 1999
Realizador: Spike Lee
Ao contrário dos últimos filmes que têm sido revisitados por aqui, este é dos anos 90... mas como só chegou às salas portuguesas no ano 2000 ainda pode entrar, assim como quem não quer a coisa, no balanço do melhor da primeira década do novo milénio.
Até porque "Verão Escaldante" não é nada menos do que excelente e francamente superior ao que Spike Lee fez depois - sim, incluindo o muito bom e mais louvado "A Última Hora".
Uma série de assassinatos ocorridos em Nova Iorque, em finais dos anos 70, serve de pano de fundo para um ambicioso (e triunfante) retrato de várias culturas e uma época, num daqueles filmes que mantém o brilho após inúmeros revisionamentos.
Mais sobre "Verão Escaldante" aqui.

Álbum: "Only Pain is Real", 2000
Artista: Silence 4
O primeiro álbum atirou-os instantaneamente para a popularidade, superior à de qualquer outra nova banda portuguesa de finais de 90, e o segundo reforçou a boa impressão da estreia.
Dois anos depois do sucesso tão gigantesco quanto inesperado de "Silence Becomes It", os Silence 4 apresentaram em "Only Pain is Real" um disco mais consistente e elaborado, ainda que nem sempre tão imediato.
Novamente introspectivo e sombrio, mas capaz de encontrar uma luz no fundo do túnel - como em "Empty Happy Song" -, o álbum guarda grande parte dos melhores temas do quarteto de Leiria, caso de "Sleepwalking Convict" (marcha lenta e amargurada com um belo desenlace sinfónico), "Ceilings" (rara ocasião onde a voz de Sofia Lisboa retira o protagonismo à de David Fonseca) ou "Search Me Not" (mergulho no abismo com o clímax mais intempestivo do alinhamento). Ou ainda o tema-título do álbum, talvez o melhor single do grupo, que tal como o disco merece ser revisitado depois de um quase esgotamento radiofónico:

Comédia romântica offbeat, drama empresarial agridoce ou road movie onde a estrada é o céu serão hipóteses para uma possível catalogação de "Nas Nuvens", mas embora o novo filme de Jason Reitman tenha um pouco de todas não chega a decidir-se por uma.
E ainda bem, já que essa alternância ajuda a que o terceiro filme de Jason Reitman seja um dos mais envolventes e fluídos dos últimos tempos, capaz de funcionar como óptimo entretenimento e enquanto oportuna cápsula do zeitgeist dos primeiros anos do novo milénio.
Depois do tabagismo ("Obrigado por Fumar", 2005) e da gravidez adolescente ("Juno", 2008), Reitman volta a abordar mais um tema da ordem do dia - desta vez é o desemprego - e a centrar-se no percurso de um protagonista cínico e distante - interpretado por George Clooney, que aqui ganha a vida a despedir pessoas e aproveita-a a acumular viagens e cartões.
E também como no filme antecessor, o sarcasmo inicial vai dando espaço a um tom mais amargurado e caloroso, transição que aqui nem sempre é bem sucedida - uma vez que surge a custo de algumas surpresas um pouco forçadas nos minutos finais.
Mas felizmente um desenlace menos brilhante não compromete a sensação deixada por "Nas Nuvens": a de que este é um filme muito bem escrito, com alguns diálogos de antologia disparados por personagens carismáticas e palpáveis - para as quais contribuem um Clooney progressivamente menos cool, uma adorável (e espevitada) Vera Farmiga e o misto de determinação e inquietação da mais jovem Anna Kendrick. Para ver a partir de hoje.

A outra estreia:
"Não há Crimes Perfeitos", de James DeMonaco
e-Cinema: "Nas Nuvens" com George Clooney
cinema
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blogs: cinema
blogs: música
blogs: diversos
- "A Mulher Sem Cabeça", Lucrecia Martel
- "A Onda", Dennis Gansel
- "A Valsa com Bashir", Ari Folman
- "Appaloosa", Ed Harris
- "És o Maior, Meu!", John Hamburg
- "Gran Torino", Clint Eastwood
- "Killshot – Alvo a Abater", John Madden
- "Ligações Perigosas", Kevin Macdonald
- "O Lago Perfeito", James Watkins
- "O Mensageiro dos Espíritos", Peter Cornwell
- "O Rapaz do Pijama às Riscas", Mark Herman
- "Os Informadores", Gregor Jordan
- "Quem Quer Ser Bilionário?", Danny Boyle
- "Sacanas sem Lei", Quentin Tarantino
- "Sinédoque, Nova Iorque", Charlie Kaufman
- "Um Amor de Perdição", Mário Barroso
- "Veneno Cura", Raquel Freire
- "Vicky Cristina Barcelona", Woody Allen
- "Watchmen - Os Guardiões", Zack Snyder
- Depeche Mode - "Sounds of the Universe"
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- The Cinematic Orchestra na Aula Magna
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- Feromona no Santiago Alquimista
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- Festival Super Bock em Stock: dia 2
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- Franz Ferdinand no Campo Pequeno
- Fuck Buttons na ZDB
- Gomo no Cinema São Jorge
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- Handsome Furs no MusicBox
- Kaiser Chiefs no Coliseu de Lisboa
- Kylie Minogue no Pavilhão Atlântico
- Lenine na Aula Magna
- Marilyn Manson no Campo Pequeno
- Massive Attack no Campo Pequeno
- Matt Elliott na Aula Magna
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- Mogwai na Aula Magna
- Muse no Pavilhão Atlântico
- Oasis no Pavilhão Atlântico
- Ölga no MusicBox
- OqueStrada no Teatro Tivoli
- Peter Broderick no MusicBox
- The Prodigy no Pavilhão Atlântico
- Rammstein no Pavilhão Atlântico
- Rita Redshoes no Cinema São Jorge
- Scout Niblett na ZDB
- Telepathe na ZDB
- Those Dancing Days no Santiago Alquimista
- The Weatherman no Santiago Alquimista
- WhoMadeWho + Chicks on Speed na Aula Magna
- Yann Tiersen no CCB
- Zoetrope na Culturgest