Ter | 15 Mai 12
Uma estreia com magia

 

Quem acompanha os Magic Wands desde as suas primeiras canções, relevadas há quatro anos, talvez não fique muito satisfeito com o seu álbum de estreia. Não que "Aloha Moon" seja um mau disco - longe disso -, mas além de relativamente curto, só traz cinco inéditos entre os seus dez temas.

 

A dupla de Chris e Dexy Valentine não será, por isso, das mais prolíficas do momento, embora esse aspecto acabe por interessar pouco: ter no mesmo álbum faixas tão viciantes como "Black Magic", "Treasure" ou "Warrior", pequenos achados indie/dream pop (ou "lovewave", segundo o duo de Nashville), é mais do que promissor e compensa qualquer baixo índice de produtividade.

 

"Aloha Moon", sério candidato a banda sonora regular deste Verão (sobretudo com praia por perto), é bem capaz de agradar tanto a adeptos dos Cure como dos Ladytron, The xx ou Raveonettes, alguns dos nomes que se escutam nas entrelinhas das suas canções. Em especial nas de "Space", o convidativo primeiro single:

 



publicado por gonn1000 às 22:54
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Dom | 13 Mai 12
G.I. Gina

 

"Uma Traição Fatal", o título português de "Haywire", pode ser dos mais genéricos que chegaram aos cinemas este ano, mas infelizmente está ao nível do filme. Não seria grande desapontamento caso este misto de thriller e acção fosse, como a tradução portuguesa sugere, realizado por um qualquer tarefeiro e protagonizada por actores de terceira.

 

O problema é que é assinado por Steven Soderbergh ("Sexo, Mentiras e Vídeo", "Erin Brockovich", "Ocean's Eleven"), que aqui torna a sua filmografia ainda mais versátil, e tem no elenco gente como Ewan McGregor, Michael Fassbender, Michael Douglas ou Antonio Banderas.

Se os ingredientes são à partida bons, o resultado nem tanto: os actores fazem o que lhes é pedido com uma perna às costas, é verdade, mas o realizador também não lhes pede muito, já que nenhuma personagem vai além da caricatura (e algumas mal chegam a isso).

Soderbergh mostra mais o que vale, dando algum estilo e trepidação a sequências de suspense (q.b.) e pancadaria (bastantes), embora a sua habilidade (com banda sonora cool a condizer) nunca disfarce o vazio do argumento e o déjà vu desta série de combates e perseguições.

 

Tão funcional como esquecível, "Uma Traição Fatal" tem, ainda assim, um trunfo na performance de Gina Carano, campeã de Mixed Martial Arts que se estreia aqui no cinema e não se sai nada mal como heroína de acção. Na pele de uma agente de elite renegada, acerta quase sempre no alvo... mas nem a sua entrega impede que o filme seja um tiro ao lado.

 

 



publicado por gonn1000 às 22:33
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Qui | 10 Mai 12
Fundo de catálogo (82): Angelfish

 

Embora não pareça, tendo em conta o formato actual, houve um tempo em que a MTV arriscava. Através de programas como 120 Minutes, por exemplo, que durante mais de dez anos divulgou e revelou nomes ligados ao rock alternativo, dos mais óbvios ou essenciais a outros que nem por isso. Era nesta segunda categoria que se enquadravam os Angelfish, quarteto escocês que surgiu como projecto paralelo dos conterrâneos Goodbye Mr. Mackenzie.

 

A banda editou apenas um álbum, homónimo, em 1994, que hoje é pouco mais do que uma curiosidade com quatro ou cinco canções interessantes, mesmo que inegavelmente datadas. Mas mais do que pelo seu rock de travo gótico, o disco chamou alguma atenção pela vocalista, uma então desconhecida Shirley Manson, cuja imagem e presença dominaram tanto a capa como os videoclips.

 

Num daqueles felizes acasos que marcam a história da pop, um videoclip do grupo não só teve direito a exibição internacional, numa emissão do 120 Minutes, como foi visto pelo produtor Steve Marker, que então procurava, juntamente com Butch Vig e Duke Erikson, uma vocalista para o projecto que viria a tornar-se nos Garbage. A voz e atitude de Manson parecem ter valido mais do que qualquer currículo e os produtores não demoraram muito a convidá-la. O convite foi prontamente aceite e o resto, como explica a cantora no vídeo abaixo, é história - a história dos Garbage, entenda-se, que a dos Angelfish acabaria logo aí (curiosamente, tantos anos depois, até parece ter tido alguma continuação no novo disco dos Garbage, "Not Your Kind of People", mas isso é assunto para outro post).

 

Eis então o videoclip em causa, "Suffocate Me", com introdução de Shirley Manson já no (saudoso) canal VIVA Zwei:

 



publicado por gonn1000 às 18:28
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Ter | 8 Mai 12
Mais 15 minutos de fama?

 

Se nos últimos anos não nos deram muitos motivos para continuarmos a segui-los, com "This Machine" os Dandy Warhols parecem estar a reencontrar o seu caminho.

 

Sem ser obrigatório, o sétimo disco do quarteto de Portland é o melhor - e, não menos importante, o mais conciso - desde o já distante "Welcome to the Monkey House" (2003), mesmo que dificilmente retire à banda o rótulo de one hit wonder (cortesia de "Bohemian Like You", tema que eclipsou qualquer outro do muito recomendável "Thirteen Tales from Urban Bohemia").

 

"Sad Vacation", com ambientes esparsos e psicadelismo bem doseado, é a faixa de abertura e o single de apresentação do álbum - e ainda um dos exemplos deste regresso em forma. Aqui fica o videoclip:

 



publicado por gonn1000 às 18:14
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Qua | 2 Mai 12
Superaventuras Marvel

 

"Os Vingadores" não leva ninguém ao engano: o blockbuster mais aguardado da temporada não é - nem quer ser - mais do que um gigantesco parque de diversões onde, durante quase duas horas e meia, uma mão cheia de super-heróis convive com os melhores (e maiores) efeitos especiais que o dinheiro pode pagar.

 

Sim, é só entretenimento, mas ao contrário de muita concorrência consegue de facto entreter, mérito de uma mistura desenvolta de acção e humor que, além de um ritmo sem quebras, tem a grande vantagem de não se levar muito a sério. Também ajuda que as personagens, apesar dos superpoderes, não sejam notas de rodapé num desfile de CGI, particularidade que faz a diferença num filme-pipoca tão memorável por alguns diálogos (com obrigatória vantagem para os cómicos) como por sequências recheadas de adrenalina (as da nave da S.H.I.E.L.D., que entrecruzam acção em pequena e larga escala, são especialmente bem orquestradas).

 

Já encontrávamos estas qualidades no filme anterior de Joss Whedon, o subestimado "Serenity", mas agora o norte-americano trabalhou com personagens e actores com outro peso, oportunidade que não desperdiçou num blockbuster capaz de agradar aos fãs do Capitão América, Homem de Ferro ou Hulk e a um público não tão familiarizado com as suas aventuras.

 

Do elenco, Robert Downey Jr. rouba, sem surpresa, quase todas as cenas em que entra, confundindo-se cada vez mais com Tony Stark, ainda que Mark Ruffalo não fique a dever nada a Eric Bana ou Edward Norton na pele de Bruce Banner. Scarlett Johansson mostra que a Viúva Negra, cujo papel na BD não é dos mais determinantes para a equipa, tem o seu lugar nesta versão dos Vingadores - tanto a interpretação como a personagem ganham ao que vimos em "Homem de Ferro 2". Chris Evans, depois ter sido um óptimo Tocha Humana nos (não tão bons) filmes do Quarteto Fantástico, continua a cumprir como Capitão América. Já Thor tem aqui pouco mais do que quatro ou cinco cameos e a interpretação de Chris Hemsworth não lhe faz grande justiça, voltando a perder na comparação com outro deus asgardiano, Loki, que Tom Hiddleston defende com unhas e dentes (e parece ser dos que mais se diverte num vilão tão pérfido e teatral). Jeremy Renner, outra escolha certeira, não tem tantas oportunidades para defender o seu Gavião Arqueiro, mas potencial não lhe falta.

 

A dinâmica que Whedon consegue dar à equipa, com os inevitáveis conflitos internos saídos de momentos clássicos da BD, quase disfarça a unidimensionalidade dos vilões ou a estrutura mecânica e previsível da narrativa. A acção envolve, aliás, pouco mais do que uma longa batalha, e se nem sempre o notamos é porque Whedon sabe como confeccioná-la e temperá-la com humor quando é preciso (e até quando não é, mas mais vale pecar por excesso do que por defeito).

 

Ironicamente, essa leveza, embora jogue a seu favor, é também a maior limitação de "Os Vingadores": se a diversão está quase sempre garantida, a densidade dramática nem tanto, uma vez que nada parece estar realmente em risco, por maior que seja a ameaça. Nem é por falta de tentativa, mas as que há raramente funcionam (como lamentar a morte de uma personagem secundária em que o filme mal investe?) e a ressonância emocional fica aquém da de outros filmes da Marvel (os do Homem-Aranha ou dos X-Men, por exemplo, tinham outra envergadura). Posto isto, e voltando atrás, quando funciona em pleno este é um blockbuster divertidíssimo (quem resistir aos gags físicos de Hulk não tem sentido de humor) e um espectáculo que merece cada centímetro de um grande ecrã.

 

 



publicado por gonn1000 às 23:27
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Princípe da pop?

 

"Out of the Game", o novo álbum de Rufus Wainwright

 



publicado por gonn1000 às 15:11
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Ter | 1 Mai 12
O pónei está mais crescido

 

Dois anos depois de "The Optimist", os New Young Pony Club prometem editar um novo disco algures em 2012. Para já, antes desse terceiro álbum - que só deveremos conhecer mais para o meio/final do ano -, os londrinos começam o aquecimento com "You Used To Be A Man".

 

O single mostra-os novamente dançáveis, electrónicos e com um toque new wave, mas mais minimalistas do que aquilo a que nos habituaram. Este é o videoclip, ainda fresco:

 



publicado por gonn1000 às 22:48
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Amor, estúpido e louco

 

Para muitos, Gaël Morel será lembrado, sobretudo, por ter sido um dos protagonistas de "Os Juncos Silvestres" (1994), provavelmente o filme mais popular - e louvado - de André Téchiné. Mas se aí se estreou como actor, é atras das câmaras que mais se tem notabilizado. Prova disso é "O Nosso Paraíso", que apesar de ser já o seu quinto filme é dos poucos (o único?) que chegou ao circuito comercial português. E espera-se que não seja o último, pelo menos se o nível médio da filmografia do realizador francês não se afastar muito do que vemos aqui.

 

A ligação de Morel a André Téchiné não se ficou, aliás, só por "Os Juncos Silvestres". Por um lado, porque "O Nosso Paraíso" conta com outro actor que protagonizou esse filme, Stéphane Rideau. Por outro, porque estes ambientes não andam muito longe dos de "Não Dou Beijos" (1991), de Téchiné, que também se centrava num prostituto. Aqui, Morel segue dois: um mais velho, interpretado por Rideau (com uma óptima presença, esquiva e magnética), e um mais novo, papel bem agarrado pelo estreante Dimitri Durdaine (a metade aparentemente mais vulnerável e espontânea do casal). Da relação fortuita mas intensa entre ambos nasce uma obra que, entre heranças do film noir e um romantismo cego, vai desenrolado um novelo atormentado de sexo, morte e obsessão.

 

Posto isto, que temos? Um filme-choque escabroso? Nada disso: Morel não só impõe um notável rigor estético, recusando mergulhos no grotesco que por vezes se insinuam (a sequência do último assassinato será dos melhores exemplos) como, e mais importante, sabe tornar os protagonistas em figuras ambíguas, e por vezes inegavelmente cruéis, sem precisar de dissecar as suas motivações ao espectador. Este não será, é certo, dos pares românticos mais adoráveis que veremos este ano, mas o filme também nunca nos pede que gostemos dele nem tenta sequer redimi-lo. Será, sim - e tem sido - uma dor de cabeça para quem só espera representações "positivas" de personagens homossexuais, como se estas não pudessem ser tão falíveis - e alienadas ou criminosas - como as outras... É também por isso, por ter o politicamente correcto entre as suas muitas vítimas, que "O Nosso Paraíso" é dos filmes mais corajosos e inflexíveis em cartaz.

 

 



publicado por gonn1000 às 06:02
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Sab | 28 Abr 12
Um disco político com um elenco de luxo

 

Mark Stewart em entrevista sobre "The Politics of Envy"

 



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Qui | 26 Abr 12
Um festival e três trailers

 

O IndieLisboa regressa hoje à capital, onde se mantém até 6 de Maio, e para não variar a programação, além de ecléctica, volta a despertar curiosidade.

 

Este ano, na sua nona edição, o Festival Internacional de Cinema Independente de Lisboa propõe 233 filmes e divide-se pelo Cinema São Jorge, Culturgest e Cinema Londres. É no primeiro destes espaços que "Dark Horse", de Todd Solondz, tem honras de abertura esta noite, às 21h30, mas o novo filme do realizador de "Happiness" nem é, à partida, dos mais sugestivos do cartaz.

 

"Take Shelter", a segunda obra do também norte-americano Jeff Nichols, poderá ser dos pontos altos do festival (não lhe faltam, aliás, elogios internacionais) e tal como o filme antecessor (e promissor), "Histórias de Caçadeira", tem Michael Shannon como protagonista em ambientes da América profunda. Também tem estreia nacional confirmada, mas quem não quiser esperar só precisa de garantir presença na sessão de encerramento do festival, a 6 de Maio na Culturgest. Para já, fica o trailer:

 

 

Com o IndieLisboa regressam as suas secções regulares, quase todas com longas e curtas metragens entre ficção, documentário e territórios de fronteiras menos nítidas: Competição Nacional e Internacional, Observatório, Cinema Emergente, Pulsar do Mundo, Director's Cut, IndieJúnior e IndieMúsica.

 

Apenas uma, Herói Independente, não volta a marcar presença, embora este ano haja uma homenagem ao Festival de Cinema de Viena, com cinco filmes, ou um olhar mais centrado no novo cinema suíço dentro da secção Cinema Emergente. É nesta que podem ver-se novos e antigos filmes de Ursula Meier, quase todos novidades em salas nacionais - a realizadora assinou "Home", com Isabelle Huppert, talvez o seu filme mais emblemático, mas as histórias de adolescentes de "Des épaules solides" ou do recente "L'enfant D'en Haut" não parecem menos intrigantes.

 

Apostas seguras desta secção são "Garçon Stupide" e "Un Autre Homme", ambas de Lionel Baier (já exibidas no QueerLisboa e IndieLisboa, respectivamente) enquanto que "Complices", de Frédéric Mermoud, esta inédita, gera alguma expectativa pelo misto de amor juvenil e investigação policial (e motivou a foto para este post).

 

Mais ao lado, na Áustria, surgiu "Michael", de Markus Schleinzer, que poderá resultar numa das experiências mais fortes do festival - a que não será alheio o facto de abordar o dia-a-dia de um pedófilo. O trailer deixa no ar a suspeita de um filme desconfortável, no bom sentido:

 

 

Da secção Cinema Emergente há, aliás, vários outros filmes de que valerá a pena tomar nota: "Alpis", o novo do grego Yorgos Lanthimos (realizador de "Canino"); "El Estudiante", do argentino Santiago Mitre, ou "17 Raparigas", das francesas Delphine Coulin e Muriel Coulin, são apenas alguns.

 

Já agora, fora desta secção, fica a chamada de atenção para "Wuthering Heights", nova versão do clássico de Emily Brontë assinada pela britânica Andrea Arnold ("Sinal de Alerta", "Aquário"), e para os dramas familiares "Toata Lumea Din Familia Noastra", do romeno Radu Jude, e "De Jueves A Domingo", da chilena Dominga Sotomayor, este último com direito a trailer abaixo. E fica também, claro, aberta a porta para umas quantas surpresas pelo caminho; mas se todas estas apostas se confirmarem, já não é nada mau...

 



publicado por gonn1000 às 03:11
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Qua | 25 Abr 12
Onde está a mente deles?

 

A mente não sabemos, mas os ouvidos dos The Big Pink parecem ter passado por discos dos Jane's Addiction, Prodigy ou The Music (o que confirmaria que alguém ainda se lembra destes) antes da criação de "Lose Your Mind". Ou ainda dos Stone Roses (o verso "I wanna be adored", logo ao início, não deverá ser coincidência).

 

Seja como for, este novo single, ao contrário de outros momentos de "Future This", o segundo disco da dupla londrina, compensa em adrenalina o que não mostra tanto no bilhete de identidade. E a energia cinética aumenta com o videoclip, que acompanha a explosão/implosão/explosão musical e sugere que o tema funciona ainda melhor ao vivo:

 



publicado por gonn1000 às 01:40
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Seg | 23 Abr 12
O regresso dos «Sopranos com espadas»

 

Entrevista a George R. R. Martin,  autor de «A Guerra dos Tronos»

 



publicado por gonn1000 às 18:26
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'ETs In Da Bairro', de Joe Cornish
críticas: filmes de 2011


- "127 Horas", Danny Boyle
- "A Nossa Vida", Daniele Luchetti
- "A Pele Onde Eu Vivo", Pedro Almodóvar
- "Amigos Coloridos", Will Gluck
- "Blue Valentine - Só Tu e Eu", Derek Cianfrance
- "Cisne Negro", Darren Aronofsky
- "Drive - Risco Duplo", Nicolas Winding Refn
- "Green Hornet", Michel Gondry
- "Gritos 4", Wes Craven
- "Hanna", Joe Wright
- "Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2", David Yates
- "Insidioso", James Wan
- "Jane Eyre", Cary Fukunaga
- "Kaboom - Alucinação", Gregg Araki
- "Melancolia", Lars von Trier
- "O Amor é o Melhor Remédio", Edward Zwick
- "O Código Base", Duncan Jones
- "Os Agentes do Destino", George Nolfi
- "Os Bem-Amados", Christophe Honoré
- "Pequenas Mentiras Entre Amigos", Guillaume Canet
- "Sem Identidade", Pierre Morel
- "Sem Tempo", Andrew Niccol
- "Tournée - Em Digressão", Mathieu Amalric
- "X-Men: O Início", Matthew Vaughn