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gonn1000

Muitos discos, alguns filmes, séries e livros de vez em quando, concertos quando sobra tempo

Muitos discos, alguns filmes, séries e livros de vez em quando, concertos quando sobra tempo

Versão 2.0

 

Jon Favreau não é Christopher Nolan e "Homem de Ferro 2" não é "O Cavaleiro das Trevas". Nem sequer quer ser. E também não precisa. Tal como o filme antecessor, esta sequela não tenta ser mais do que entretenimento e volta a acertar em cheio nesse propósito.

 

Felizmente, para Favreau entretenimento não equivale necessariamente a duas horas de acção desmiolada e piadas de gosto duvidoso. E isso nota-se num filme que sabe aproveitar o potencial das suas personagens, com destaque inevitável para Robert Downey Jr. num daqueles exemplos de casting perfeito (é já impensável considerar outro actor para o papel de Tony Stark).

 

Admita-se que por vezes há algumas sequências inconsequentes (como a luta na festa em casa do protagonista) e que o romance com Pepper Potts, embora bem desenvolvido, retira parte da vertente playboy de Stark (precisamente um dos elementos que o distingue na BD, assim como o alcoolismo, que também fica por explorar).

 

Em contrapartida os vilões de serviço são mais interessantes do que o do primeiro filme e os crossovers, já históricos nos livros da Marvel, começam finalmente a ganhar espaço no grande ecrã. Uma nova aparição de Nick Fury ou a introdução da Viúva Negra preparam terreno para Os Vingadores. E quem esperar pelo final dos créditos tem um intrigante teaser para o super-herói que se segue.

 

 

Fundo de catálogo (48): Oasis

 

No ano passado, parece que foi mesmo de vez: os Oasis terminaram, 15 anos depois de terem editado o primeiro single.

 

Quem lamentou o fim da banda dos manos Gallagher pode agora recordar parte da sua história em "Time Flies... 1994-2009", compilação que junta os 27 singles do grupo de "Wonderwall" ou "Don't Look Back in Anger" (temas que, obviamente, estão aqui presentes).

 

Os álbuns de um dos nomes mais populares (mas nem por isso mais interessantes) da britpop foram quase sempre desiguais e, mais uma vez, a compilação não é excepção, pecando pelo excesso de canções redondinhas e redundantes - o que não surpreende numa banda que teve mais fama do que proveito.

 

Mas se é difícil não saltar algumas faixas, há outras a que vale a pena voltar. Aqui fica uma delas, um dos pontos altos do terceiro disco do grupo de Manchester, "Be Here Now" (1997):

 

 

Revisitações anteriores

 

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