Ter | 22 Dez 09
Discos dos 00s (3): "Ordinary Man"

 

Álbum: "Ordinary Man", 2000

Artista: Day One

 

Nesta década, Bristol pode não ter sido musicalmente tão determinante como na anterior mas ainda ofereceu algumas boas surpresas.

 

E no caso dos Day One a surpresa foi mesmo brilhante, com um primeiro álbum que se mantém como um forte testemunho de criatividade e personalidade.

 

Aposta da Melankolic, editora dos Massive Attack, o projecto de Phelim Byrne e Donni Hardwidge recuperou o que valia a pena do trip-hop, combinou-o com folk, hip-hop ou spoken word e, com a ajuda da produção apurada de Mário Caldato Jr., deixou uma estreia que vale muito a pena (re)descobrir - bem mais interessante, por exemplo, do que a dos comparáveis The Streets.

 

Mais sobre o disco aqui e abaixo fica uma das suas grandes canções:

 

 



publicado por gonn1000 às 00:03
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Comentários:
De O Astronauta a 22 de Dezembro de 2009 às 15:56
Ena, do que te foste lembrar. Gonçalo.
Bom disco. Nunca o escolheria como um dos Melhores da Década, mas isso é tudo uma questão de gostos, right?
Bem lembrado. Que é feito deles? Penso que tiveram mais um disco, não foi?

Abraços


De gonn1000 a 22 de Dezembro de 2009 às 16:19
Acho-o bastante subestimado, sobretudo tendo em conta alguns discos que são escolhas frequentes nas listas de melhores da década.

Sim, ainda houve um segundo álbum em 2005, "Probably Art", que também é bom - embora não tenha o efeito surpresa da estreia. Uma dessas canções até faz parte da banda-sonora da série "Skins", quem diria...

Boas selecções e abraço


De ArmPauloFerreira a 22 de Dezembro de 2009 às 16:58
Por acaso este foi uma banda da fornada trip-hop que me passou completamente ao lado...
Na altura, talvez por estar ainda em transe com os Alpha, também dessa mesma editora dos Massive Attack, não vi nada demais neles...


De gonn1000 a 22 de Dezembro de 2009 às 19:15
Não os considero trip-hop, têm algumas reminiscências disso em algumas texturas e pouco mais. E continuo a gostar muito deste disco de estreia, não só pelo eclectismo sonoro mas pelo que se conta nas letras.


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