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  <title>gonn1000</title>
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  <pubDate>Tue, 15 May 2012 21:54:16 GMT</pubDate>
  <title>Uma estreia com magia</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm6.staticflickr.com/5449/7205611222_c77792c9ed.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem acompanha os &lt;a href=&quot;http://itsmagicwands.com/&quot;&gt;Magic Wands&lt;/a&gt; desde as suas primeiras canções, relevadas há quatro anos, talvez não fique muito satisfeito com o seu álbum de estreia. Não que &quot;Aloha Moon&quot; seja um mau disco - longe disso -, mas além de relativamente curto, só traz cinco inéditos entre os seus dez temas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A dupla de Chris e Dexy Valentine não será, por isso, das mais prolíficas do momento, embora esse aspecto acabe por interessar pouco: ter no mesmo álbum faixas tão viciantes como &quot;Black Magic&quot;, &quot;Treasure&quot; ou &quot;Warrior&quot;, pequenos achados indie/dream pop (ou &quot;lovewave&quot;, segundo o duo de Nashville), é mais do que promissor e compensa qualquer baixo índice de produtividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Aloha Moon&quot;, sério candidato a banda sonora regular deste Verão (sobretudo com praia por perto), é bem capaz de agradar tanto a adeptos dos Cure como dos Ladytron, The xx ou Raveonettes, alguns dos nomes que se escutam nas entrelinhas das suas canções. Em especial nas de &lt;strong&gt;&quot;Space&quot;&lt;/strong&gt;, o convidativo primeiro single:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/CZKsoiISQZI&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 13 May 2012 21:33:21 GMT</pubDate>
  <title>G.I. Gina</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7095/7191218554_60ccac9941.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;438&quot; height=&quot;271&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Uma Traição Fatal&quot;, o título português de &lt;a href=&quot;http://www.imdb.com/title/tt1506999/&quot;&gt;&quot;Haywire&quot;&lt;/a&gt;, pode ser dos mais genéricos que chegaram aos cinemas este ano, mas infelizmente está ao nível do filme. Não seria grande desapontamento caso este misto de thriller e acção fosse, como a tradução portuguesa sugere, realizado por um qualquer tarefeiro e protagonizada por actores de terceira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema é que é assinado por Steven Soderbergh (&quot;Sexo, Mentiras e Vídeo&quot;, &quot;Erin Brockovich&quot;, &quot;Ocean&apos;s Eleven&quot;), que aqui torna a sua filmografia ainda mais versátil, e tem no elenco gente como Ewan McGregor, Michael Fassbender, Michael Douglas ou Antonio Banderas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se os ingredientes são à partida bons, o resultado nem tanto: os actores fazem o que lhes é pedido com uma perna às costas, é verdade, mas o realizador também não lhes pede muito, já que nenhuma personagem vai além da caricatura (e algumas mal chegam a isso).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Soderbergh mostra mais o que vale, dando algum estilo e trepidação a sequências de suspense (q.b.) e pancadaria (bastantes), embora a sua habilidade (com banda sonora cool a condizer) nunca disfarce o vazio do argumento e o déjà vu desta série de combates e perseguições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tão funcional como esquecível, &lt;strong&gt;&quot;Uma Traição Fatal&quot;&lt;/strong&gt; tem, ainda assim, um trunfo na performance de Gina Carano, campeã de Mixed Martial Arts que se estreia aqui no cinema e não se sai nada mal como heroína de acção. Na pele de uma agente de elite renegada, acerta quase sempre no alvo... mas nem a sua entrega impede que o filme seja um tiro ao lado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://css.do.sapo.pt/2.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/KFV0Uvzpz0o&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>cinema</category>
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  <category>críticas de cinema</category>
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  <pubDate>Thu, 10 May 2012 17:28:29 GMT</pubDate>
  <title>Fundo de catálogo (82): Angelfish</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7077/7171637070_339075453e.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;429&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora não pareça, tendo em conta o formato actual, houve um tempo em que a MTV arriscava. Através de programas como 120 Minutes, por exemplo, que durante mais de dez anos divulgou e revelou nomes ligados ao rock alternativo, dos mais óbvios ou essenciais a outros que nem por isso. Era nesta segunda categoria que se enquadravam os &lt;strong&gt;Angelfish&lt;/strong&gt;, quarteto escocês que surgiu como projecto paralelo dos conterrâneos Goodbye Mr. Mackenzie.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A banda editou apenas um álbum, homónimo, em 1994, que hoje é pouco mais do que uma curiosidade com quatro ou cinco canções interessantes, mesmo que inegavelmente datadas. Mas mais do que pelo seu rock de travo gótico, o disco chamou alguma atenção pela vocalista, uma então desconhecida Shirley Manson, cuja imagem e presença dominaram tanto a capa como os videoclips.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num daqueles felizes acasos que marcam a história da pop, um videoclip do grupo não só teve direito a exibição internacional, numa emissão do 120 Minutes, como foi visto pelo produtor Steve Marker, que então procurava, juntamente com Butch Vig e Duke Erikson, uma vocalista para o projecto que viria a tornar-se nos Garbage. A voz e atitude de Manson parecem ter valido mais do que qualquer currículo e os produtores não demoraram muito a convidá-la. O convite foi prontamente aceite e o resto, como explica a cantora no vídeo abaixo, é história - a história dos Garbage, entenda-se, que a dos Angelfish acabaria logo aí (curiosamente, tantos anos depois, até parece ter tido alguma continuação no novo disco dos Garbage, &quot;Not Your Kind of People&quot;, mas isso é assunto para outro post).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis então o videoclip em causa, &lt;strong&gt;&quot;Suffocate Me&quot;&lt;/strong&gt;, com introdução de Shirley Manson já no (saudoso) canal VIVA Zwei:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/yEOUZLiJcG4&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>fundo de catálogo</category>
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  <pubDate>Tue, 08 May 2012 17:14:07 GMT</pubDate>
  <title>Mais 15 minutos de fama?</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm9.staticflickr.com/8155/7159088978_b7aa71eca2.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se nos últimos anos não nos deram muitos motivos para continuarmos a segui-los, com &quot;This Machine&quot; os &lt;a href=&quot;http://www.dandywarhols.com/&quot;&gt;Dandy Warhols&lt;/a&gt; parecem estar a reencontrar o seu caminho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem ser obrigatório, o sétimo disco do quarteto de Portland é o melhor - e, não menos importante, o mais conciso - desde o já distante &quot;Welcome to the Monkey House&quot; (2003), mesmo que dificilmente retire à banda o rótulo de one hit wonder (cortesia de &quot;Bohemian Like You&quot;, tema que eclipsou qualquer outro do muito recomendável &lt;a href=&quot;http://gonn1000.blogs.sapo.pt/509498.html&quot;&gt;&quot;Thirteen Tales from Urban Bohemia&quot;&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&quot;Sad Vacation&quot;&lt;/strong&gt;, com ambientes esparsos e psicadelismo bem doseado, é a faixa de abertura e o single de apresentação do álbum - e ainda um dos exemplos deste regresso em forma. Aqui fica o videoclip:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/2Kic0YfPd_M&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 02 May 2012 22:27:19 GMT</pubDate>
  <title>Superaventuras Marvel</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm9.staticflickr.com/8028/6990500910_684247fcc9.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;459&quot; height=&quot;258&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.imdb.com/title/tt0848228/&quot;&gt;&quot;Os Vingadores&quot;&lt;/a&gt; não leva ninguém ao engano: o blockbuster mais aguardado da temporada não é - nem quer ser - mais do que um gigantesco parque de diversões onde, durante quase duas horas e meia, uma mão cheia de super-heróis convive com os melhores (e maiores) efeitos especiais que o dinheiro pode pagar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sim, é só entretenimento, mas ao contrário de muita concorrência consegue de facto entreter, mérito de uma mistura desenvolta de acção e humor que, além de um ritmo sem quebras, tem a grande vantagem de não se levar muito a sério. Também ajuda que as personagens, apesar dos superpoderes, não sejam notas de rodapé num desfile de CGI, particularidade que faz a diferença num filme-pipoca tão memorável por alguns diálogos (com obrigatória vantagem para os cómicos) como por sequências recheadas de adrenalina (as da nave da S.H.I.E.L.D., que entrecruzam acção em pequena e larga escala, são especialmente bem orquestradas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já encontrávamos estas qualidades no filme anterior de Joss Whedon, o subestimado &quot;Serenity&quot;, mas agora o norte-americano trabalhou com personagens e actores com outro peso, oportunidade que não desperdiçou num blockbuster capaz de agradar aos fãs do Capitão América, Homem de Ferro ou Hulk e a um público não tão familiarizado com as suas aventuras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do elenco, Robert Downey Jr. rouba, sem surpresa, quase todas as cenas em que entra, confundindo-se cada vez mais com Tony Stark, ainda que Mark Ruffalo não fique a dever nada a Eric Bana ou Edward Norton na pele de Bruce Banner. Scarlett Johansson mostra que a Viúva Negra, cujo papel na BD não é dos mais determinantes para a equipa, tem o seu lugar nesta versão dos Vingadores - tanto a interpretação como a personagem ganham ao que vimos em &quot;Homem de Ferro 2&quot;. Chris Evans, depois ter sido um óptimo Tocha Humana nos (não tão bons) filmes do Quarteto Fantástico, continua a cumprir como Capitão América. Já Thor tem aqui pouco mais do que quatro ou cinco cameos e a interpretação de Chris Hemsworth não lhe faz grande justiça, voltando a perder na comparação com outro deus asgardiano, Loki, que Tom Hiddleston defende com unhas e dentes (e parece ser dos que mais se diverte num vilão tão pérfido e teatral). Jeremy Renner, outra escolha certeira, não tem tantas oportunidades para defender o seu Gavião Arqueiro, mas potencial não lhe falta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A dinâmica que Whedon consegue dar à equipa, com os inevitáveis conflitos internos saídos de momentos clássicos da BD, quase disfarça a unidimensionalidade dos vilões ou a estrutura mecânica e previsível da narrativa. A acção envolve, aliás, pouco mais do que uma longa batalha, e se nem sempre o notamos é porque Whedon sabe como confeccioná-la e temperá-la com humor quando é preciso (e até quando não é, mas mais vale pecar por excesso do que por defeito).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ironicamente, essa leveza, embora jogue a seu favor, é também a maior limitação de&lt;strong&gt; &quot;Os Vingadores&quot;&lt;/strong&gt;: se a diversão está quase sempre garantida, a densidade dramática nem tanto, uma vez que nada parece estar realmente em risco, por maior que seja a ameaça. Nem é por falta de tentativa, mas as que há raramente funcionam (como lamentar a morte de uma personagem secundária em que o filme mal investe?) e a ressonância emocional fica aquém da de outros filmes da Marvel (os do Homem-Aranha ou dos X-Men, por exemplo, tinham outra envergadura). Posto isto, e voltando atrás, quando funciona em pleno este é um blockbuster divertidíssimo (quem resistir aos gags físicos de Hulk não tem sentido de humor) e um espectáculo que merece cada centímetro de um grande ecrã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://css.do.sapo.pt/3.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/eOrNdBpGMv8&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>cinema</category>
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  <pubDate>Wed, 02 May 2012 14:11:52 GMT</pubDate>
  <title>Princípe da pop?</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7269/6987840932_f9210a1511.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://musica.sapo.pt/noticias/discos/disco-da-semana-rufus-wainwright-principe-da-pop&quot;&gt;&quot;Out of the Game&quot;, o novo álbum de Rufus Wainwright&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 01 May 2012 21:48:35 GMT</pubDate>
  <title>O pónei está mais crescido</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7254/7133352051_b74b10b285.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;271&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dois anos depois de &lt;a href=&quot;http://gonn1000.blogs.sapo.pt/535191.html&quot;&gt;&quot;The Optimist&quot;&lt;/a&gt;, os &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/newyoungponyclub&quot;&gt;New Young Pony Club&lt;/a&gt; prometem editar um novo disco algures em 2012. Para já, antes desse terceiro álbum - que só deveremos conhecer mais para o meio/final do ano -, os londrinos começam o aquecimento com &lt;strong&gt;&quot;You Used To Be A Man&quot;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O single mostra-os novamente dançáveis, electrónicos e com um toque new wave, mas mais minimalistas do que aquilo a que nos habituaram. Este é o videoclip, ainda fresco:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/XZfbjwmvrd0&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 01 May 2012 05:02:03 GMT</pubDate>
  <title>Amor, estúpido e louco</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7102/7129593487_922193bb2e.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;448&quot; height=&quot;282&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para muitos, Gaël Morel será lembrado, sobretudo, por ter sido um dos protagonistas de &quot;Os Juncos Silvestres&quot; (1994), provavelmente o filme mais popular - e louvado - de André Téchiné. Mas se aí se estreou como actor, é atras das câmaras que mais se tem notabilizado. Prova disso é &lt;a href=&quot;http://www.imdb.com/title/tt1854568/&quot;&gt;&quot;O Nosso Paraíso&quot;&lt;/a&gt;, que apesar de ser já o seu quinto filme é dos poucos (o único?) que chegou ao circuito comercial português. E espera-se que não seja o último, pelo menos se o nível médio da filmografia do realizador francês não se afastar muito do que vemos aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ligação de Morel a André Téchiné não se ficou, aliás, só por &quot;Os Juncos Silvestres&quot;. Por um lado, porque &lt;strong&gt;&quot;O Nosso Paraíso&quot;&lt;/strong&gt; conta com outro actor que protagonizou esse filme, Stéphane Rideau. Por outro, porque estes ambientes não andam muito longe dos de &quot;Não Dou Beijos&quot; (1991), de Téchiné, que também se centrava num prostituto. Aqui, Morel segue dois: um mais velho, interpretado por Rideau (com uma óptima presença, esquiva e magnética), e um mais novo, papel bem agarrado pelo estreante Dimitri Durdaine (a metade aparentemente mais vulnerável e espontânea do casal). Da relação fortuita mas intensa entre ambos nasce uma obra que, entre heranças do film noir e um romantismo cego, vai desenrolado um novelo atormentado de sexo, morte e obsessão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Posto isto, que temos? Um filme-choque escabroso? Nada disso: Morel não só impõe um notável rigor estético, recusando mergulhos no grotesco que por vezes se insinuam (a sequência do último assassinato será dos melhores exemplos) como, e mais importante, sabe tornar os protagonistas em figuras ambíguas, e por vezes inegavelmente cruéis, sem precisar de dissecar as suas motivações ao espectador. Este não será, é certo, dos pares românticos mais adoráveis que veremos este ano, mas o filme também nunca nos pede que gostemos dele nem tenta sequer redimi-lo. Será, sim - e tem sido - uma dor de cabeça para quem só espera representações &quot;positivas&quot; de personagens homossexuais, como se estas não pudessem ser tão falíveis - e alienadas ou criminosas - como as outras... É também por isso, por ter o politicamente correcto entre as suas muitas vítimas, que &lt;strong&gt;&quot;O Nosso Paraíso&quot;&lt;/strong&gt; é dos filmes mais corajosos e inflexíveis em cartaz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://css.do.sapo.pt/35.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
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  <pubDate>Sat, 28 Apr 2012 15:25:51 GMT</pubDate>
  <title>Um disco político com um elenco de luxo</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm9.staticflickr.com/8168/6975420052_cc8009edd2.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://musica.sapo.pt/noticias/entrevistas/mark-stewart-e-um-disco-politico-com-um-elenco-de-luxo&quot;&gt;Mark Stewart em entrevista sobre &quot;The Politics of Envy&quot;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 26 Apr 2012 02:11:17 GMT</pubDate>
  <title>Um festival e três trailers</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm6.staticflickr.com/5322/6968201490_a4bf08d762.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/&quot;&gt;IndieLisboa&lt;/a&gt; regressa hoje à capital, onde se mantém até 6 de Maio, e para não variar a programação, além de ecléctica, volta a despertar curiosidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este ano, na sua nona edição, o Festival Internacional de Cinema Independente de Lisboa propõe 233 filmes e divide-se pelo Cinema São Jorge, Culturgest e Cinema Londres. É no primeiro destes espaços que &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12502301&quot;&gt;&quot;Dark Horse&quot;&lt;/a&gt;, de Todd Solondz, tem honras de abertura esta noite, às 21h30, mas o novo filme do realizador de &quot;Happiness&quot; nem é, à partida, dos mais sugestivos do cartaz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12502401&quot;&gt;&quot;Take Shelter&quot;&lt;/a&gt;, a segunda obra do também norte-americano Jeff Nichols, poderá ser dos pontos altos do festival (não lhe faltam, aliás, elogios internacionais) e tal como o filme antecessor (e promissor), &quot;Histórias de Caçadeira&quot;, tem Michael Shannon como protagonista em ambientes da América profunda. Também tem estreia nacional confirmada, mas quem não quiser esperar só precisa de garantir presença na sessão de encerramento do festival, a 6 de Maio na Culturgest. Para já, fica o trailer:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;object width=&quot;400&quot; height=&quot;350&quot; classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot;&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/r4cRZaWU5j9EqmeZgR06/mov/1&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;400&quot; height=&quot;350&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/r4cRZaWU5j9EqmeZgR06/mov/1&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o IndieLisboa regressam as suas secções regulares, quase todas com longas e curtas metragens entre ficção, documentário e territórios de fronteiras menos nítidas: Competição Nacional e Internacional, Observatório, Cinema Emergente, Pulsar do Mundo, Director&apos;s Cut, IndieJúnior e IndieMúsica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apenas uma, Herói Independente, não volta a marcar presença, embora este ano haja uma homenagem ao Festival de Cinema de Viena, com cinco filmes, ou um olhar mais centrado no novo cinema suíço dentro da secção Cinema Emergente. É nesta que podem ver-se novos e antigos filmes de Ursula Meier, quase todos novidades em salas nacionais - a realizadora assinou &quot;Home&quot;, com Isabelle Huppert, talvez o seu filme mais emblemático, mas as histórias de adolescentes de &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12326701&quot;&gt;&quot;Des épaules solides&quot;&lt;/a&gt; ou do recente &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12502201&quot;&gt;&quot;L&apos;enfant D&apos;en Haut&quot;&lt;/a&gt; não parecem menos intrigantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apostas seguras desta secção são &lt;a href=&quot;http://gonn1000.blogs.sapo.pt/312512.html&quot;&gt;&quot;Garçon Stupide&quot;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12326401&quot;&gt;&quot;Un Autre Homme&quot;&lt;/a&gt;, ambas de Lionel Baier (já exibidas no QueerLisboa e IndieLisboa, respectivamente) enquanto que &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12326901&quot;&gt;&quot;Complices&quot;&lt;/a&gt;, de Frédéric Mermoud, esta inédita, gera alguma expectativa pelo misto de amor juvenil e investigação policial (e motivou a foto para este post).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais ao lado, na Áustria, surgiu &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12008901&quot;&gt;&quot;Michael&quot;&lt;/a&gt;, de Markus Schleinzer, que poderá resultar numa das experiências mais fortes do festival - a que não será alheio o facto de abordar o dia-a-dia de um pedófilo. O trailer deixa no ar a suspeita de um filme desconfortável, no bom sentido:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;object width=&quot;400&quot; height=&quot;350&quot; classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot;&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/J4YCnrCo6sVKZL8eRJnd/mov/1&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;400&quot; height=&quot;350&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/J4YCnrCo6sVKZL8eRJnd/mov/1&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da secção Cinema Emergente há, aliás, vários outros filmes de que valerá a pena tomar nota: &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12091101&quot;&gt;&quot;Alpis&quot;&lt;/a&gt;, o novo do grego Yorgos Lanthimos (realizador de &lt;a href=&quot;http://gonn1000.blogs.sapo.pt/551652.html&quot;&gt;&quot;Canino&quot;&lt;/a&gt;); &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12007501&quot;&gt;&quot;El Estudiante&quot;&lt;/a&gt;, do argentino Santiago Mitre, ou &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/indiejunior/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12000501&quot;&gt;&quot;17 Raparigas&quot;&lt;/a&gt;, das francesas Delphine Coulin e Muriel Coulin, são apenas alguns.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já agora, fora desta secção, fica a chamada de atenção para &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12502501&quot;&gt;&quot;Wuthering Heights&quot;&lt;/a&gt;, nova versão do clássico de Emily Brontë assinada pela britânica Andrea Arnold (&quot;Sinal de Alerta&quot;, &quot;Aquário&quot;), e para os dramas familiares &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12328101&quot;&gt;&quot;Toata Lumea Din Familia Noastra&quot;&lt;/a&gt;, do romeno Radu Jude, e &lt;a href=&quot;http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&amp;amp;movie=12018701&quot;&gt;&quot;De Jueves A Domingo&quot;&lt;/a&gt;, da chilena Dominga Sotomayor, este último com direito a trailer abaixo. E fica também, claro, aberta a porta para umas quantas surpresas pelo caminho; mas se todas estas apostas se confirmarem, já não é nada mau...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;object width=&quot;400&quot; height=&quot;350&quot; classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot;&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/VJZJWjQ2AtjawPRYwCG1/mov/1&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;400&quot; height=&quot;350&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/VJZJWjQ2AtjawPRYwCG1/mov/1&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>cinema</category>
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  <pubDate>Wed, 25 Apr 2012 00:40:01 GMT</pubDate>
  <title>Onde está a mente deles?</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm9.staticflickr.com/8015/7111171269_7883eb85c6.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;428&quot; height=&quot;289&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mente não sabemos, mas os ouvidos dos &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/musicfromthebigpink&quot;&gt;The Big Pink&lt;/a&gt; parecem ter passado por discos dos Jane&apos;s Addiction, Prodigy ou The Music (o que confirmaria que alguém ainda se lembra destes) antes da criação de &lt;strong&gt;&quot;Lose Your Mind&quot;&lt;/strong&gt;. Ou ainda dos Stone Roses (o verso &quot;I wanna be adored&quot;, logo ao início, não deverá ser coincidência).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seja como for, este novo single, ao contrário de outros momentos de &quot;Future This&quot;, o segundo disco da dupla londrina, compensa em adrenalina o que não mostra tanto no bilhete de identidade. E a energia cinética aumenta com o videoclip, que acompanha a explosão/implosão/explosão musical e sugere que o tema funciona ainda melhor ao vivo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/0Y4PH9cMrdY&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>música</category>
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  <pubDate>Mon, 23 Apr 2012 17:26:32 GMT</pubDate>
  <title>O regresso dos «Sopranos com espadas»</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm9.staticflickr.com/8024/7106731919_9ca3c4ecaf.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;279&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://tv.sapo.pt/novidades/artigo/george_r_r_martin_ansioso_com_a_guerra_dos_tronos/&quot;&gt;Entrevista a George R. R. Martin,  autor de «A Guerra dos Tronos» &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>séries televisivas</category>
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  <category>livros</category>
  <category>entrevistas</category>
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  <pubDate>Sat, 21 Apr 2012 15:34:45 GMT</pubDate>
  <title>Fundo de catálogo (81): Fiona Apple</title>
  <author>gonn1000</author>
  <link>http://gonn1000.blogs.sapo.pt/650916.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm6.staticflickr.com/5343/6952973134_105199f2e7.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;289&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.fiona-apple.com/&quot;&gt;Fiona Apple&lt;/a&gt; não se contenta com pouco. Sobretudo em relação a títulos de discos, como o comprova o do próximo, para o qual convém ganhar algum fòlego antes de tentarmos dizê-lo: &quot;The Idler Wheel is wiser than the Driver of the Screw, and Whipping Cords will serve you more than Ropes will ever do&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, o título deste quarto álbum (agendado, finalmente, para 19 de Junho, sete anos depois do anterior) chega a ser minimalista quando comparado com o do segundo - esse sim, no pódio dos mais longos de sempre:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;When the pawn hits the conflicts he thinks like a king&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;What he knows throws the blows when he goes to the fight&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;And he&apos;ll win the whole thing &apos;fore he enters the ring&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;There&apos;s no body to batter when your mind is your might&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;So when you go solo, you hold your own hand&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;And remember that depth is the greatest of heights&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;And if you know where you stand, then you know where to land&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;And if you fall it won&apos;t matter, cause you&apos;ll know that you&apos;re right&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Felizmente, &quot;When the Pawn...&quot; (1999), embora possa ter chamado parte das atenções que obteve devido ao título, esteve longe de ter aí o seu maior motivo de interesse. Além de ter superado a promessa da estreia, este continua a ser o melhor conjunto de canções da norte-americana e o que tem mais emoções - nem sempre bonitas - à flor da pele, da faceta espinhosa de &quot;Limp&quot; à grandiosidade de &quot;The Way Things Are&quot;, da valsa moderna de &quot;Paper Bag&quot; (&quot;I&apos;m a mess that he don&apos;t wanna clean up&quot; está para Fiona Apple como &quot;You know I&apos;m no good&quot; para Amy Winehouse) ao desafio assumido de &quot;Mistake&quot; (&quot;I&apos;m gonna make a mistake/ I&apos;m gonna do it on purpose&quot;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cartão de visita para o disco chegou, contudo, com o swing quebrado de &lt;strong&gt;&quot;Fast as You Can&quot;&lt;/strong&gt;, cujo videoclip apresenta Apple a olhar de frente para a câmara - por vezes a preto e branco, por vezes embaciada, quase sempre fixa - do seu namorado de então, Paul Thomas Anderson (no mesmo ano em que realizou &quot;Magnolia&quot;):&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/NbxqtbqyoRk&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 19 Apr 2012 01:10:52 GMT</pubDate>
  <title>Veteranos rejuvenescidos</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm6.staticflickr.com/5195/6946027528_08f8b16efc.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;279&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://musica.sapo.pt/noticias/discos/disco-da-semana-orbital-veteranos-rejuvenescidos&quot;&gt;&quot;Wonky&quot;, o novo disco dos Orbital&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 16 Apr 2012 14:30:41 GMT</pubDate>
  <title>Uma aventura no desktop</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7216/7084062485_af2c26c18f.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;289&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das (boas) apostas da Rock Action, editora dos Mogwai, os também escoceses &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/weareerrors&quot;&gt;Errors&lt;/a&gt; editaram em Janeiro aquele que é já o seu terceiro álbum, &quot;Have Some Faith In Magic&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais do que o pós-rock dos padrinhos, &lt;strong&gt;&quot;Pleasure Palaces&quot;&lt;/strong&gt;, um dos singles, lembra as experiências de Panda Bear (sobretudo pela manipulação vocal), mas felizmente numa versão bastante melhorada. Além de uma boa canção, o grupo propõe um dos videoclips mais imaginativos dos últimos tempos, algures entre uma festa e uma revolução digital num ecrã de computador:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/7mb63ATA_qY&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 13 Apr 2012 17:28:05 GMT</pubDate>
  <title>O kit sexta-feira 13 de Fernando Ribeiro </title>
  <author>gonn1000</author>
  <link>http://gonn1000.blogs.sapo.pt/650159.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm6.staticflickr.com/5322/6928119218_460ef542e0.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;270&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://musica.sapo.pt/noticias/especiais/o-kit-sexta-feira-13-de-fernando-ribeiro&quot;&gt;As sugestões de discos, filmes e livros do vocalista dos Moonspell&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>música portuguesa</category>
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  <pubDate>Tue, 10 Apr 2012 22:38:45 GMT</pubDate>
  <title>Dançando a decadência</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm6.staticflickr.com/5441/6919770578_1bd1585899.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O electroclash pode já ter tido os seus dias mas os &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/vivelafete1&quot;&gt;Vive la Fête&lt;/a&gt;, indiferentes às modas do momento, parecem continuar iguais a si próprios e a resgatar doses generosas de new wave ou synth pop.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como em grande parte dos singles dos belgas, a pista de dança volta a ser o alvo de &lt;strong&gt;&quot;Décadanse&quot;&lt;/strong&gt;, o novo avanço para &quot;Produit de Belgique&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O grupo celebra a chegada deste sétimo disco, descrito como o mais próximo do seu formato ao vivo, com um videoclip condizente: não precisa de mais de uma actuação e da atitude enérgica de Els Pynoo, saltitante como sempre e bem acompanhada pelos outros elementos. Nada de novo, tal como a canção, mas com balanço suficiente para abrir o apetite para o álbum:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/BdIY0uIdOGU&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 05 Apr 2012 22:33:49 GMT</pubDate>
  <title>Os miúdos estão bem</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm6.staticflickr.com/5344/6902942892_a94fd71650.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por muito tentador que seja fugir de um filme intitulado &lt;a href=&quot;http://www.imdb.com/title/tt1478964/&quot;&gt;&quot;ETs In Da Bairro&quot;&lt;/a&gt; (inacreditável tradução para &quot;Attack the Block&quot;), é uma pena passar ao lado da primeira obra de Joe Cornish devido a esse eventual contacto inicial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porquê? Porque está aqui um dos filmes mais (saudavelmente) tresloucados dos últimos tempos, carregadinho de ideias - nem todas originais mas quase sempre boas - e a milhas das inanidade que o título português sugere.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de se estrear na realização, o também comediante e argumentista britânico mostra, além de um descaramento (controlado) acima da média, um perfeito entendimento do conceito de economia narrativa, não precisando de mais de hora e meia para juntar acção, humor, ficção científica, terror e até alguns ecos do realismo britânico nas doses certas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No meio deste ambicioso entrosamento de géneros - abordado com uma despretensão que só lhe fica bem -, ainda consegue dar espaço às suas personagens (e são muitas), não desenvolvendo tantas como talvez merecessem mas dando a cada uma, pelo menos, uma ou duas oportunidades para brilhar (o carinho que tem por elas é palpável, mesmo que nem todas cheguem ao final do filme).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aliando um óbvio savoir faire a uma sensação de puro gozo, Cornish dá a este confronto entre miúdos arruaceiros e invasores extraterrestres um ritmo com tanto de divertido como de trepidante, tornando um bairro londrino já de si sinuoso num campo de batalha inesperado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre essa tensão crescente, não evita piscadelas de olho à luta de classes (é um filme britânico, afinal), felizmente sem forçar muito a nota, e um mergulho em vários recantos da cultura pop, sobretudo audiovisuais - onde tanto cabem referências explícitas a &quot;O Senhor dos Anéis&quot; ou &quot;28 Dias Depois&quot;, &quot;Naruto&quot; ou &quot;Pokémon&quot;, como paralelismos com a saga &quot;Alien&quot; ou &quot;Os Goonies&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A banda sonora dos Basement Jaxx, que dificilmente poderia ser mais apropriada, e uma energia visual contida mas impressionante (às vezes o baixo orçamento é uma vantagem) ajudam a fazer deste o filme que &quot;Super 8&quot;, embora com qualidades, não conseguiu ser (aqui sim, parte-se da homenagem para criar um imaginário próprio). É pena que o igualmente fresco &lt;a href=&quot;http://gonn1000.blogs.sapo.pt/642520.html&quot;&gt;&quot;Crónica&quot;&lt;/a&gt; já tenha saído das salas, porque teria em&lt;strong&gt; &quot;Attack the Block&quot;&lt;/strong&gt; (sim, ignoremos o título português) a companhia ideal para uma sessão dupla irrecusável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://css.do.sapo.pt/4.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/cD0gm7dHKKc&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>cinema</category>
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  <pubDate>Mon, 02 Apr 2012 23:59:20 GMT</pubDate>
  <title>Chabrol para os burgueses e para os outros</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7068/7040374221_aa8c7b2f6c.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante as próximas semanas, Claude Chabrol está em destaque no Institut français du Portugal, em Lisboa. O &lt;a href=&quot;http://www.ifp-lisboa.com/index.php/agenda-detail-evenement/events/ciclo-de-cinema-claude-chabrol.html&quot;&gt;ciclo dedicado ao realizador francês&lt;/a&gt; arrancou esta segunda-feira, e muito bem, com &quot;A Dama de Honor&quot; (na foto), e até inícios de Maio recorda seis dos seus filmes mais recentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Inspecteur Lavardin&quot; (9 de Abril), &quot;Inferno&quot; (16 de Abril), &quot;A Cerimónia&quot; (23 de Abril), &quot;No Coração da Mentira&quot; (30 de Abril) e &quot;A Rapariga Cortada en Dois&quot; (7 de Maio) são as obras a (re)descobir do cineasta que se especializou em observar, por vezes esgravatar e aqui e ali ridicularizar a burguesia. Mas nem é preciso ser burguês para passar pelo ciclo, já que a entrada é gratuita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>cinema</category>
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  <pubDate>Sun, 01 Apr 2012 21:14:26 GMT</pubDate>
  <title>Corte e costura (e uma grande balada)</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7084/6890215082_86faea87f9.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&quot;Coming Down&quot;&lt;/strong&gt; já era, de longe, o ponto alto de &quot;Only in Dreams&quot;, o segundo álbum das &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/dumdumgirls&quot;&gt;Dum Dum Girls&lt;/a&gt;, editado no ano passado. Não por acaso, foi também o seu single de apresentação, mas só agora teve direito a videoclip.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo na versão editada, dois minutos mais curta do que a original, mantém-se uma balada imponente e mostra, como outros momentos do disco, que a voz de Dee Dee tem qualquer coisa de Chrissie Hynde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o tema remete, em parte, para a líder dos Pretenders, o videoclip, filmado sem cortes e com fotografia a preto e branco, homenageia a performance &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=uB--DXH02mI&quot;&gt;&quot;Cut Piece&quot;&lt;/a&gt;, de Yoko Ono - embora com um toque mais estilizado e uma bela canção a acompanhar:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/sZdbNMDH8hc&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&quot;Coming Down&quot;&lt;/strong&gt; é um dos temas que vão certamente estar no concerto das californianas no Optimus Alive 2012, a 13 de Julho no Passeio Marítimo de Algés.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 31 Mar 2012 14:20:57 GMT</pubDate>
  <title>A segunda vida d&apos;A Naifa</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7186/6885943786_c9f7863c38.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://musica.sapo.pt/noticias/discos/disco-da-semana-a-segunda-vida-da-naifa&quot;&gt;&quot;não se deitam comigo corações obedientes&quot;, o novo álbum&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 29 Mar 2012 09:40:03 GMT</pubDate>
  <title>Fundo de catálogo (80): Saint Etienne</title>
  <author>gonn1000</author>
  <link>http://gonn1000.blogs.sapo.pt/648579.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm7.staticflickr.com/6038/6878822452_6a3678d9f4.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;431&quot; height=&quot;274&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto não chega o oitavo álbum dos &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/saintetienne&quot;&gt;Saint Etienne&lt;/a&gt; - &quot;Words and Music by Saint Etienne&quot;, agendado para 21 de Maio -, recorda-se aqui o primeiro, &quot;Foxbase Alpha&quot; (1991), através do seu single de apresentação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em vez da voz de Sarah Cracknell (hoje indissociável do grupo), &lt;strong&gt;&quot;Only Love Can Break Your Heart&quot;&lt;/strong&gt; contou com a de Moira Lambert, convidada apenas para este tema. E ainda bem, porque com o timbre dulcíssimo (e por vezes bastante enjoativo) da vocalista do trio britânico dificilmente esta canção teria o mesmo efeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de ter sido o primeiro, &quot;Only Love Can Break Your Heart&quot; é ainda um dos melhores singles da banda e denunciou logo o seu  contacto com a música de dança, que manteria ao longo da discografia (ouça-se o tema mais recente, &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=UEWEAqNR2XQ&amp;amp;ob=av2e&quot;&gt;&quot;Tonight&quot;&lt;/a&gt;, avanço para o novo álbum). Neste caso, o grupo foi buscar temperos acid house e integrou-os numa canção com sabor a clássico dos 90s. Mais de vinte anos depois, continua a saber muito bem - só é pena que Moira Lambert, hoje com um percurso a solo, não tenha voltado a colaborar com os Saint Etienne...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/vZAajrxvDs4&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>fundo de catálogo</category>
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  <pubDate>Mon, 26 Mar 2012 19:57:51 GMT</pubDate>
  <title>Desesperadamente procurando Madonna</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7195/6872536738_54484aeaf4.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://musica.sapo.pt/noticias/discos/disco-da-semana-desesperadamente-procurando-madonna&quot;&gt;&quot;MDNA&quot;, o novo álbum de Madonna&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 26 Mar 2012 15:15:56 GMT</pubDate>
  <title>Regresso ao Oriente</title>
  <author>gonn1000</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7218/6871548894_db3ba304f7.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um ano depois da &lt;a href=&quot;http://musica.sapo.pt/noticias/discos/disco_da_semana_at(h)reea_musica_com_dupla_nacionalidade&quot;&gt;primeira compilação&lt;/a&gt;, o projeto &lt;a href=&quot;http://www.facebook.com/pages/Three/114442541954113&quot;&gt;T(h)ree&lt;/a&gt; edita hoje o seu segundo volume. Tal como o anterior, o disco traz colaborações entre músicos portugueses e asiáticos - desta vez das Filipinas e de Singapura - e renova a lista de convocados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Micro Audio Waves, Pop Dell’ Arte, Rita Braga, Melo D, Os Golpes ou Blasted Mechanism são alguns dos nomes nacionais que encontramos por aqui e embora mude a equipa, o projecto mantém os fins solidários (os valores das vendas serão doados à &lt;a href=&quot;http://www.makeawish.pt/&quot;&gt;Fundação Make a Wish&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro single de &quot;T(h)ree Vol. 2&quot; resulta de uma das colaborações mais improváveis (e também das melhores), juntando a Stealing Orchestra, Maze (dos Dealema) e The Analog Girl, cantora electropop de Singapura. Chama-se &lt;strong&gt;&quot;Lights&quot;&lt;/strong&gt; e este é o videoclip, que também deixa boa impressão:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;object width=&quot;400&quot; height=&quot;350&quot; classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot;&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/UenlOcEz4pooIV3P7qLG/mov/1&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;400&quot; height=&quot;350&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/UenlOcEz4pooIV3P7qLG/mov/1&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
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  <pubDate>Sun, 25 Mar 2012 02:12:59 GMT</pubDate>
  <title>Colecção primavera/verão</title>
  <author>gonn1000</author>
  <link>http://gonn1000.blogs.sapo.pt/647818.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://farm7.staticflickr.com/6215/6866464348_e2aac4e2da.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;430&quot; height=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://musica.sapo.pt/noticias/discos/disco-da-semana-a-colecao-primaveraverao-de-david-fonseca&quot;&gt;&quot;Seasons: Rising&quot;, o novo disco de David Fonseca&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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