Qua | 12 Out 11
Nem todas as sobras são lixo

 

Enquanto estão a gravar o próximo álbum - com edição prevista para inícios de 2012 -, os Garbage parecem estar também, finalmente, a aceder a um dos pedidos mais frequentes dos fãs: a edição de um disco de lados B.

É certo que havia já um bootleg, "The G-Side Collection" (1998), que juntava alguns deles a remisturas - de temas dos dois primeiros álbuns -, mas desta vez é oficial... ou quase, já que a banda não confirmou a edição, embora tenha revelado estar a considerar a hipótese.

 

Por enquanto, disponibilizou oito temas para audição na secção Garbage Radio da sua página do Facebook - entre estes a bela versão de "Thirteen", dos Big Star, a mais bizarra e atmosférica "Alien Sex Fiend" ou a frenética "Girl Don't Come" - e avançou que há mais a caminho. Mais e melhor, como os dois exemplos dos vídeos abaixo - "13 X Forever", lado B de "Special" (1998), e "Use Me", que acompanhou "Cherry Lips" (2001) e teria ficado muito bem no álbum "Beautiful Garbage":

 

 

 



publicado por gonn1000 às 23:08
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Seg | 14 Fev 11
Fundo de catálogo (58): Garbage

 

O Dia de São Valentim serve, pelo menos, como pretexto para recuar até 1996, ano em que Baz Luhrmann fez a sua versão - para a geração MTV - do clássico "Romeu e Julieta", de Shakespeare.

 

O primeiro dos dois singles da banda-sonora foi assinado pelos Garbage (o segundo seria "Lovefool", dos Cardigans) e custa a acreditar que tenha sido editado originalmente como um lado B de "Vow", no ano anterior.

 

Felizmente, o tema não ficou apenas ao alcance dos fãs mais atentos da banda e a versão que acompanhou o filme, remisturada por Nellee Hooper, soube aprimorar (ainda mais) a canção - sobretudo pelo sample vocal, que alguns dizem ter sido retirado de "Bedtime Story", de Madonna.

Mas mesmo sem esse acréscimo, bastaria a intensidade de Shirley Manson para tornar "#1 Crush" num dos temas mais devastadores dos Garbage:

 

 

Revisitações anteriores

 



publicado por gonn1000 às 17:24
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Seg | 1 Nov 10
Version 5.0

 

Garbage editam quinto álbum em 2011

 



publicado por gonn1000 às 16:46
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Ter | 10 Nov 09
Version 28.0

 

 

When I grow up, I'll be stable,

When I grow up, I'll turn the tables

 



publicado por gonn1000 às 19:00
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Sex | 19 Set 08
Zombies, terrorismo... e os Pet Shop Boys

Imagens de 'Pusinky', de  Karin Babinská (em cima), e 'Clandestinos', de Antonio Hens (em baixo)

 

O que é que zombies gay, jovens que ambicionam ser terroristas, muçulmanos divididos entre a religião e a sexualidade e os Pet Shop Boys têm em comum? Entre outras hipóteses, fazem parte da programação da 12ª edição do Queer Lisboa, a decorrer a partir de hoje e até dia 27 no cinema São Jorge.

 

Nos últimos anos, o Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa tem apostado de forma inteligente num cartaz mais ecléctico e numa reformulação do seu conceito (inclusive do nome), e agora apresenta 130 obras inéditas em salas nacionais, que se distribuem por vários géneros e nacionalidades.

 

Curtas e longas-metragens, documentários, videoclips, debates e festas são alguns dos destaques da maior - e talvez melhor - programação de sempre do evento.

Espera-se que haja por lá obras tão surpreendentes como o arrebatador "The Bubble", de Eytan Fox, uma das melhores da edição anterior, e que o nível médio mantenha a consistência evidenciada em 2007.

 

"Chuecatown", do espanhol Juan Flahn, é o filme de abertura, exibido hoje às 21h30 no São Jorge, e a partir de amanhã haverá cerca de quatro sessões por dia (em alguns casos, mais) nas salas 1 e 3 do mesmo cinema. Mais informações neste artigo.

Deixo um videoclip que bem poderia fazer parte da secção Queer Pop, e até pode ficar como sugestão para a próxima edição:

 

 

Garbage - "Queer"

 



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Qua | 17 Set 08
Supervixen outra vez

 

"Tell Me Where It Hurts", o single lançado quando os Garbage anunciaram uma pausa por tempo indeterminado, foi uma triste confirmação do percurso criativo descendente da banda. Um tema linear, sem alma, a milhas do que demonstraram antes.

 

Felizmente, "Samson & Delilah", a primeira canção de Shirley Manson a solo gravada para a série "Terminator: The Sarah Connor Chronicles" (onde também participa como actriz), está vários degraus acima e recupera o carisma e presença da cantora.

Aqui sim, sente-se entrega e intensidade, numa cover dos Grateful Dead que supera em muito o original (mas eu, admito, sou suspeito).

 

Um belo regresso a reforçar ainda mais a expectativa para o tal álbum a solo onde colaboram Billy Corgan, Beck, Jack White, Butch Vig ou David Arnold, e que está difícil de sair.

 

 

Shirley Manson - "Samson & Delilah"

 



publicado por gonn1000 às 01:29
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Seg | 23 Jul 07
#1 CRUSH
Porque hoje foi editado "Absolute Garbage", o best of da banda que, além dos singles obrigatórios, inclui remisturas (dos Massive Attack, UNKLE, Felix da Housecat, Fun Lovin' Criminals ou Neptunes), deixo aqui dois videoclips. O primeiro, "Vow", foi o single de estreia do grupo de Shirley Manson, já no longínquo ano de 1995; o segundo é uma remistura não-oficial de "Androgyny", e daquelas que superam largamente o original.
E pronto, lá se encontrou mais um pretexto para mais um post sobre os Garbage (que afinal interromperam o "intervalo" e já estão a preparar o quinto disco, com edição prevista para 2008) :)



Garbage - "Vow"

Garbage - "Androgyny (DJ Lee Hermaphrodite Mix)"



publicado por gonn1000 às 21:52
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Seg | 4 Jun 07
LIXO ACUMULADO
Adiado ao longo de vários meses, "Absolute Garbage", o Best Of dos Garbage, deverá ser editado em Julho, e além de um CD com os singles óbvios haverá edições especiais acompanhadas com remisturas (algumas bem recomendáveis, como as dos Massive Attack ou Fun Lovin' Criminals) e um DVD com quase todos os videoclips da banda.
Que é como quem diz, que tão cedo não deveremos ouvir falar de novos álbuns, sobretudo agora que Shirley Manson se prepara para gravar o seu primeiro a solo. Até é capaz de ser o melhor a fazer, já que a julgar pelo inédito que a compilação inclui os novos caminhos do grupo também não seriam muito interessantes (nada que o quarto disco, "Bleed Like Me", não tenha denunciado, ficando muito abaixo da excelência de um "Version 2.0").
Bem pensado seria editar o tal disco de lados-B que anda a ser prometido há anos, todos muito mais entusiasmantes do que este novo - e tépido - "Tell Me Where It Hurts". É bom ver que a Shirley continua bonita, mas dá pena vê-la desperdiçar a voz e a presença numa canção destas:


 


Garbage - "Tell Me Where It Hurts"


publicado por gonn1000 às 23:26
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Ter | 17 Jan 06
POUCO SANGUE NOVO
Depois de atingirem o pico da aclamação do público e da crítica com o soberbo “Version 2.0”, em 1998, os Garbage viveram um período menos próspero com o disco sucessor, “beautifulgarbage”, de 2001, que combinou o rock e a electrónica com elementos R&B e reforçou a carga pop mas não conseguiu nem maior mediatismo nem fez com que a criatividade da banda lhe fosse reconhecida (antes pelo contrário).

Álbum-maldito no percurso do grupo e que quase gerou a sua dissolução nesse período, não estava à altura dos seus trabalhos anteriores mas foi, ainda assim, uma meritória tentativa de alargar o espectro sonoro de um projecto que havia surpreendido pelo eclectismo e ousadia.

Em 2005, “Bleed Like Me”, o quarto disco da banda, apostou antes numa vertente back to basics, ignorando a evidente – e porventura excessiva - carga pop(py) de “beautifulgarbage” e centrando-se antes em atmosferas condimentadas por um rock musculado e agressivo q.b., remetendo as electrónicas, até então determinantes, a um papel de mero adereço ocasional.

Se, por um lado, as canções do disco não são tão trauteáveis nem catchy como as do anterior, mantêm quase sempre a estrutura linear que originou o seu desequilíbrio, enveredando por caminhos mais óbvios e formatados do que aqueles presentes em “Garbage” e “Version 2.0”.
Os intrigantes contrastes de texturas e ambientes que permitiram ao grupo criar momentos de génio quase nunca se manifestam aqui, dando lugar a um conjunto de temas suficientemente sólidos mas demasiado lineares.

A voz de Shirley Manson continua, no entanto, encantatória, o problema é que, a espaços, parece ser a única mais-valia de alguns episódios, casos de “Why Do You Love Me”, que provavelmente será lembrado como o pior single dos Garbage; ou do dinâmico mas inconsequente “Why Don’t You Come Over”, canções esquemáticas apropriadas para uma banal banda de estádio.

Noutras ocasiões, a receita de rock abrasivo até funciona, como na faixa de abertura “Bad Boyfriend”, onde a intensidade é sentida e partilhada; em “Boys Wanna Fight”, canção que alia de forma escorreita a força das guitarras à explosividade do refrão; e sobretudo em “Run Baby Run”, caracterizada por um sentido de urgência com contraponto ideal na expressiva voz de Manson.

“Happy Home” e “It’s All Over But the Crying”, em regime midtempo, são pontuais pausas entre os momentos de descarga, que embora resultem apenas comprovam que canções como “Milk”, “The Trick is To Keep Breathing” ou “You Look So Fine” são clássicos dificilmente igualáveis, ainda que “Metal Heart”, o melhor momento do disco, se esforce por atingir esse patamar qualitativo ao colocar atmosferas electrónicas ao serviço de uma incisiva e hipnótica pop industrial.

Apesar de ser o álbum menos inspirado dos Garbage, evidenciando algum desgaste e estagnação, “Bleed Like Me” ainda consegue ser convincente, desde que não se coloque a fasquia tão alta como a dos primeiros dois discos.
Fruto de uma fase negra para o grupo, vincada por conflitos internos e problemas pessoais e criativos, arrisca-se a ser o último da banda, que de resto já se dissolveu (ainda que, segundo o afirmaram, apenas temporariamente). Espera-se é que, em vez de um provável (ou inevitável?) best-of, seja antes editada a tal compilação de lados-b, muitos deles 8e há tantos...) mais refrescantes e inventivos do que os últimos álbuns do grupo.
 
E O VEREDICTO É: 3/5 - BOM


publicado por gonn1000 às 22:32
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Ter | 30 Ago 05
CORRE SHIRLEY CORRE!

Quando ouvi o primeiro single do novo álbum dos Garbage, "Bleed Like Me", temi o pior. Cançãozinha de fúria enlatada, com uma estrutura linear de verso-refrão-verso e incapaz de aproveitar a maleável voz de Shirley Manson, antecipava um disco desinspirado.

 

Contudo, mesmo não estando ao nível de "Garbage" ou "Version 2.0." (até porque não é fácil), o novo registo de originais ainda apresenta alguns momentos fortes, como é o caso do novo single, "Run Baby Run", que também recorre consideravelmente às guitarras mas apresenta resultados bem mais interessantes (mesmo sem a habitual dose de electrónica que condimentou as melhores canções da banda).
 
Talvez este tema permita que os mais cépticos dêem uma nova oportunidade a um álbum que, não sendo genial, também não merece passar ao lado (crítica para breve).


publicado por gonn1000 às 01:22
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Seg | 11 Abr 05
SIM, O LIXO AINDA É BONITO

Foi editado hoje o novo álbum dos Garbage, o quarto de originais do grupo. O anterior, "beautifulgarbage", foi uma semi-desilusão, e estava uns furos abaixo dos óptimos "Garbage" e "Version 2.0.".

O recente "Bleed Like Me" também não consta entre os melhores da banda, mas confesso que não é tão mau como esperava, tendo em conta algumas críticas pouco positivas que já circulavam na net ("Why Do You Love Me", o pouco auspicioso primeiro single, é um dos piores temas do álbum)...Sim, reduz a carga electrónica e aumenta a dose de guitarras, é muito mais convencional e acessível, mas ainda se aguenta durante algumas audições. Mas, claro, a minha opinião é suspeita, ou não fosse este um dos meus grupos preferidos...

Não digam a ninguém, mas aqui podem ouvir o disco na íntegra gratuitamente :D



publicado por gonn1000 às 23:42
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Qui | 24 Fev 05
CYBERPOP 3D

Com o seu segundo álbum de originais, os Garbage proporcionaram, em 1998, um dos melhores registos pop de final do milénio.
Em "Version 2.0.", a amálgama de rock e electrónica aprimora as desafiantes sonoridades do igualmente recomendável disco de estreia e oferece um saboroso conjunto de doze canções, qualquer delas candidata a single perfeito e inesgotável.

Se em "Garbage" a banda apostava numa simbiose de influências que percorriam o grunge, indie rock, shoegaze e alguns travos góticos, devidamente acompanhadas por uma considerável carga electrónica, em "Version 2.0." os ambientes centram-se numa estimulante power-pop mesclada com reminiscências techno/industriais e trip-hop.

Mais acessível do que o álbum antecessor, não é por isso menos ousado e inventivo, dado que as cativantes e trauteáveis melodias encontram-se imersas numa complexa rede electrónica composta por um minucioso trabalho de produção.
Devido à densa presença de loops e samples (profissionalmente trabalhados), "Version 2.0." consegue surpreender ao longo de várias audições, e cada canção possui um recanto com territórios inexplorados e refrescantes.

As absorventes texturas e camadas sonoras que o grupo utiliza nas suas composições já seriam suficientes para entusiasmar, mas a sedutora e carismática voz de Shirley Manson fornece uma considerável mais-valia. Por vezes frágil e delicada, como na etérea balada "You Look So Fine", noutros momentos portentosa e rude, como na dinâmica "I Think I'm Paranoid", a presença da vocalista é um condimento tão essencial como o intrincado trabalho de estúdio originado por Buth Vig e demais elementos da banda.

Mais polido e "limpo" do que "Garbage", uma vez que não possui atmosferas tão claustrofóbicas e nebulosas como este, "Version 2.0." contém, ainda assim, uma série de canções pop de alto calibre, como a intrigante "Sleep Together", a belíssima "The Trick is to Keep Breathing", a irresistível e ultra-dançável "Dumb" ou a criativa e viciante "Hammering in My Head" (com uma estranha, mas hipnótica, mistura de techno e spoken word, num dos momentos mais experimentais do álbum).

Apelativo, ecléctico e consistente, "Version 2.0." é um brilhante sucessor de "Garbage", destacando-se, juntamente com este, como um dos mais interessantes discos da década de 90 a interligar as linguagens do rock e da electrónica, numa soberba combinação de referências e universos cada vez mais indissociáveis.

E O VEREDICTO É: 5/5 - EXCELENTE



publicado por gonn1000 às 00:15
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Sab | 16 Out 04
I AM MILK...


You are Milk. Daydream much? Completely dreamy and
creative, you make a great artist.


Which Garbage Song Are You?
brought to you by Quizilla


publicado por gonn1000 às 14:43
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'Os Descendentes', de Alexander Payne
críticas: filmes de 2011


- "127 Horas", Danny Boyle
- "A Nossa Vida", Daniele Luchetti
- "A Pele Onde Eu Vivo", Pedro Almodóvar
- "Amigos Coloridos", Will Gluck
- "Blue Valentine - Só Tu e Eu", Derek Cianfrance
- "Cisne Negro", Darren Aronofsky
- "Green Hornet", Michel Gondry
- "Gritos 4", Wes Craven
- "Hanna", Joe Wright
- "Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2", David Yates
- "Insidioso", James Wan
- "Jane Eyre", Cary Fukunaga
- "Kaboom - Alucinação", Gregg Araki
- "Melancolia", Lars von Trier
- "O Amor é o Melhor Remédio", Edward Zwick
- "O Código Base", Duncan Jones
- "Os Agentes do Destino", George Nolfi
- "Os Bem-Amados", Christophe Honoré
- "Pequenas Mentiras Entre Amigos", Guillaume Canet
- "Sem Identidade", Pierre Morel
- "Sem Tempo", Andrew Niccol
- "Tournée - Em Digressão", Mathieu Amalric
- "X-Men: O Início", Matthew Vaughn