Sab | 22 Out 11
Antes do Amadora BD...

 

... Filipe Andrade e Filipe Melo estiveram na redacção do SAPO

 



publicado por gonn1000 às 01:50
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Seg | 5 Set 11
Heróis renascem

 

DC 52: A nova vida do Super-Homem, Batman e companhia

 



publicado por gonn1000 às 10:46
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Qua | 15 Jun 11
Born this way (ou quase)

 

"X-Men: O Início" quase poderia chamar-se "Magneto: O Início" (filme que esteve para ser feito), uma vez que esta prequela da trilogia dos mutantes vive muito da personagem que controla o metal. E ainda bem, não só porque Magneto é um dos vilões mais fascinantes dos comics mas também porque Michael Fassbender, em mais uma interpretação a roçar o brilhantismo (ainda há pouco o vimos em "Jane Eyre"), consegue dar-lhe a ambiguidade, intensidade e carisma que o papel pedia.

 

Sem uma bagagem emocional comparável, o Professor Xavier de James McAvoy começa por ser pouco mais do que um menino rico capaz de ler mentes, caricatura que o actor - e um argumento bem carpinteirado - tratam de ir diluindo ao longo do filme.

Da ligação entre as duas personagens nasce o aspecto mais interessante de "X-Men: O Início" e, claro, a base para toda a história dos X-Men, que parte das visões opostas que estes (futuros) líderes têm das relações entre humanos e mutantes.

 

Mas se esta história de amizade e separação é o coração do filme, há mais para descobrir neste início segundo Matthew Vaughn. Depois do óptimo "Kick-Ass - O Novo Super-Herói", o realizador britânico voltou a um filme do mesmo género, embora agora aposte numa vertente mais cerebral do que delirante (e nesse aspecto, respeita a digníssima trilogia comandada por Bryan Singer).

 

Os fãs mais puristas talvez não aprovem, à partida, uma versão livre das origens da equipa de mutantes, que tanto assenta em personagens clássicas e populares (as duas já referidas, por exemplo) como em notas de rodapé do universo X (Darwin, Angel ou Draco serão os casos mais flagrantes). A essência dos X-Men, contudo, mantém-se intacta, porque por mais alterações que Vaughn tenha feito (caso da bem pensada ligação de Mystique a Xavier e Beast) esta ainda é uma história ancorada no tema da diferença, da tolerância e da aceitação - nem sempre muito subtil, é verdade, mas equilibrada com algumas doses de ironia.

 

A seu favor, Vaughn tem ainda o facto de ambientar a acção no período da Guerra Fria, zeitgeist perfeito para o desenrolar dos acontecimentos, e de não se limitar a contar uma história de unir os pontos tendo os efeitos especiais como plano B.

Tal como nos melhores momentos dos X-Men na BD, as relações entre as personagens falam sempre mais alto do que qualquer superpoder, o que não invalida duas ou três sequências de acção dignas de elogios (sobretudo aquela em que os jovens mutantes são repentinamente atacados, com uma bem-vinda injecção de suspense).

Por último, mas não menos importante, "X-Men: O Início" também prova que é possível fazer um filme dos heróis mutantes sem Wolverine (ou quase, ou quase, deixando já aqui um spoiler). Com o Magneto de Fassbender, dificilmente alguém sentirá a sua falta.

 

 



publicado por gonn1000 às 17:58
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Qui | 28 Abr 11
Estreia da semana: "Thor"

 

O filão dos super-heróis no grande ecrã parece inesgotável. Esta semana, o destaque é uma das personagens da Marvel que ainda não tinha tido oportunidade de brilhar - ou, neste caso, de trovejar.

 

"Thor" é a primeira (mas dificilmente a última) aventura do Deus do Trovão no cinema, quase 50 anos depois de ter sido criado por Stan Lee, Jack Kirby e Larry Lieber em 1962.

 

A realização do filme foi entregue a Kenneth Branagh, escolha algo inesperada, e entre o elenco encontram-se Natalie Portman, Anthony Hopkins ou o mais novato Chris Hemsworth no papel protagonista (que, pelo menos na fisionomia, parece estar à altura - literalmente - do que a personagem pedia).

 

O trailer sugere um blockbuster razoavelmente divertido e com efeitos especiais em abundância, mas espera-se que o filme valha por si e não seja apenas mais uma peça do crossover para a formação dos Vingadores - que chegam no próximo ano pela mão de Joss Whedon.

 

 Todas as estreias desta semana

 

 

 e-Cinema: Marvel leva o seu deus do trovão ao cinema

 



publicado por gonn1000 às 13:53
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Qua | 8 Dez 10
Estreia da semana: "Scott Pilgrim Contra o Mundo"


"Scott Pilgrim Contra o Mundo" está longe de ser um filme para todos os gostos, mas pelo menos para alguns será uma pequena maravilha (e um grande divertimento). Afinal, onde é que se encontra uma fusão tão destravada e borbulhante de banda desenhada, videojogos, anime ou música indie?

Só mesmo na BD homónima do canadiano Brian Lee O'Malley, que o britânico Edgar Wright adapta com apreciável fidelidade na sua obra mais entusiasmante (muito acima de "Hot Fuzz — Esquadrão de Província" ou "Shaun of the Dead").

 

Tal como os livros, o filme é ultra-estilizado e cinético, e se a partir da primeira batalha se torna um pouco mecânico - até porque a narrativa segue deliberadamente a estrutura de um videojogo, não faltando o boss no final -, não deixa de lado as relações entre as personagens nem o contagiante disparo de referências.

A cada sequência há novas ideias visuais (com predilecção por onomatopeias e legendas, como numa BD), mantendo as surpresas até ao fim, e as piscadelas de olho à cultura pop surgem integradas num universo alucinado q.b., mas com códigos e limites bem delineados.

 

Assim, tão depressa "Scott Pilgrim Contra o Mundo" passa pela comédia romântica adolescente como se atira à lógica dos super-heróis, condimentando a jornada com oportunas citações que vão de Seinfeld aos Smashing Pumpkins.

O elenco é quase tão grande como a quantidade de referências, juntando gente como Michael Cera no papel protagonista (igual a si próprio, ou seja, em modo geek), Kieran Culkin (o seu calculista e hilariante colega de apartamento), Mary Elizabeth Winstead (a nova namorada cool e misteriosa) ou Chris Evans, Jason Schwartzman ou Brandon Routh (três dos sete vilões esgrouviados).

E como Edgar Wright dirige os actores tão bem como a narrativa, desta vez acumula pontos ao longo do filme e passa de nível com distinção, com um rating de

 

Esta semana chegam mais seis filmes a salas nacionais

 

 

e-Cinema: Scott Pilgrim, o herói de todos os geeks




publicado por gonn1000 às 22:29
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Sex | 5 Nov 10
Da BD indie ao ABC de Wolverine

 

Entrevista a Sean Murphy no Amadora BD

 



publicado por gonn1000 às 02:53
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Sex | 22 Out 10
100 anos de República aos quadradinhos

 

21ª edição do Amadora BD arranca hoje

 


música: "On the Lam", Kele

publicado por gonn1000 às 10:15
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Sex | 23 Abr 10
Cortar com a depressão

 

Cinco meses depois da sua última actuação - no concerto de homenagem a João Aguardela no CCB -, A Naifa voltou ontem aos palcos num showcase na FNAC do Chiado, em Lisboa.

 

A actuação decorreu a propósito da edição livro/DVD do grupo, "Esta depressão que me anima", mas há mais concertos do quarteto previstos para dez cidades em Maio e Junho - e que confirmam, pelo menos por enquanto, um regresso que se saúda (agora com Sandra Baptista como baixista e Samuel Palitos na bateria).

 

Na entrevista do vídeo abaixo, a banda fala deste lançamento, do fechar de um ciclo e de como decidiu voltar ao activo após a perda de um dos seus elementos:

 

 



publicado por gonn1000 às 22:02
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Qui | 22 Abr 10
A luta depois do luto

 

A Naifa apresenta novo livro e DVD esta tarde

 



publicado por gonn1000 às 13:25
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Seg | 1 Mar 10
A rapariga morta

"Hey Nostradamus!", o oitavo livro de Douglas Coupland, reincide em temas que passam por todas as suas obras - a família, a solidão, a fé/espiritualidade ou a morte voltam a ser pontos-chave da narrativa.

 

Mas raras vezes o autor de "Geração X" terá gerado um retrato tão tridimensional, maduro e homogéneo como este, partindo de uma situação mais trágica e crítica do que a de títulos anteriores - o massacre (fictício) num liceu de Vancouver organizado por três estudantes (com contornos comparáveis ao de Columbine, em 1999, ocorrido quatro anos antes da edição do livro).

 

 

Mais do que o massacre em si, a Coupland interessa explorar a relação com a perda, sobretudo quando esta surge de eventos tão inesperados e dramáticos.

E assim segue, ao longo de mais de uma década (entre 1988 e 2003), as ramificações que esse evento fatídico tem no quotidiano de várias personagens.

 

"Hey Nostradamus!" é narrado por quatro destas, arrancando com Cheryl, girl next door que se conta entre as vítimas (e recapitula o massacre depois de morta); Jason, o rapaz circunspecto com quem Cheryl estava secretamente casada e que nunca consegue aceitar a sua morte; Heather, a estenógrafa obstinada que devolve o amor à vida de Jason, anos depois; e Reg, o inflexível pai de Jason, cuja visão distorcida de Deus acaba por afastá-lo da família.

 

 

Como é habitual, Coupland mostra-se impecável na construção de personagens, que aqui surgem valorizadas por uma narrativa coesa - e imune a epifanias e outras situações forçadas presentes em "Coma Profundo" ou "Inforescravos".

 

E embora a tragédia funcione como mote e seja indissociável do que se segue, "Hey Nostradamus!" não fica refém deste cenário e consegue mostrar-se caloroso (nas cenas que envolvem o casamento adolescente ou nos bonecos imaginários de Heather e Jason), enigmático (no episódio de Jason na floresta ou na participação da vidente) ou angustiaste (quando Heather enfrenta a sua solidão, com considerações de uma crueza emocional assustadora).

 

Coupland mergulha no abismo mas, como sempre, lá consegue encontrar alguma esperança que o devolva à superfície. E como aqui revela um difícil equilíbrio entre ambas as situações, este resulta num dos seus livros mais aconselháveis.

 

 


música: "A Nomads Retreat", Pantha du Prince

publicado por gonn1000 às 23:10
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Qui | 28 Jan 10
The man who hated phonies

  

 J.D. Salinger (1919 - 2010)

 

Faleceu ontem o autor de "The Catcher in the Rye", livro que apresentou ao mundo Holden Caulfield, um dos adolescentes mais memoráveis da literatura (sobretudo para quem leu o livro no final da adolescência).

 

Sem dúvida o título mais influente do escritor, ofuscou também outras obras que de resto nunca se mostraram tão emblemáticas. Mas a morte de Salinger vem relembrar, pelo menos por aqui, que talvez ainda mereçam ser descobertas. R.I.P.

 


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publicado por gonn1000 às 22:24
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Sex | 6 Nov 09
Os super artistas da Marvel e DC Comics

 

Ganham a vida a escrever ou desenhar as aventuras do Super-Homem, Batman, Flash e outros super-heróis, e estiveram presentes na vigésima edição do Amadora BD – Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora (que termina neste domingo).

 

No vídeo abaixo, o norte-americano C.B. Cebulski e os canadianos Cameron Stewart e Karl Kerschl falam do que acharam do festival, de como foram para a Marvel ou DC Comics, dos artistas portugueses que trabalham lá e deixam conselhos para os que querem chegar ao mercado dos EUA:

 

 



publicado por gonn1000 às 15:42
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Dom | 1 Nov 09
Recuperar vícios antigos

O regresso à 20ª edição do Amadora BD - Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, neste fim-de-semana, foi mais calmo do que a noite da inauguração, e além da visita houve tempo para trazer algumas recordações:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As que já li valeram bem a pena - até porque os preços foram quase todos simpáticos. Mas há muito mais para escolher até 8 de Novembro no Fórum Luís de Camões, na Brandoa.

 


música: "Breaking Into Cars", The Raveonettes

publicado por gonn1000 às 23:59
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'Os Descendentes', de Alexander Payne
críticas: filmes de 2011


- "127 Horas", Danny Boyle
- "A Nossa Vida", Daniele Luchetti
- "A Pele Onde Eu Vivo", Pedro Almodóvar
- "Amigos Coloridos", Will Gluck
- "Blue Valentine - Só Tu e Eu", Derek Cianfrance
- "Cisne Negro", Darren Aronofsky
- "Green Hornet", Michel Gondry
- "Gritos 4", Wes Craven
- "Hanna", Joe Wright
- "Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2", David Yates
- "Insidioso", James Wan
- "Jane Eyre", Cary Fukunaga
- "Kaboom - Alucinação", Gregg Araki
- "Melancolia", Lars von Trier
- "O Amor é o Melhor Remédio", Edward Zwick
- "O Código Base", Duncan Jones
- "Os Agentes do Destino", George Nolfi
- "Os Bem-Amados", Christophe Honoré
- "Pequenas Mentiras Entre Amigos", Guillaume Canet
- "Sem Identidade", Pierre Morel
- "Sem Tempo", Andrew Niccol
- "Tournée - Em Digressão", Mathieu Amalric
- "X-Men: O Início", Matthew Vaughn