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Muitos discos, alguns filmes, séries e livros de vez em quando, concertos quando sobra tempo

Muitos discos, alguns filmes, séries e livros de vez em quando, concertos quando sobra tempo

Estreia da semana: "Parnassus - O Homem que Queria Enganar o Diabo"

 

Embora seja o novo filme de Terry Gilliam, "Parnassus - O Homem que Queria Enganar o Diabo" tem sido mais destacado, mesmo antes da sua produção ter terminado, por contar com a última interpretação de Heath Ledger.

 

A abrupta morte do actor obrigou, aliás, a que a sua personagem fosse também interpretada por Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell, trio que ofereceu a solução possível para uma história que teve de ser alterada - mas que mantém a premissa onde um homem faz um pacto com o diabo, prometendo sacrificar a alma da sua filha em troca da vida eterna.

 

Tal como em "12 Macacos" ou "Os Irmãos Grimm" (em que Leadger também participou), também aqui o ex-Monty Python promove mais um mergulho em ambientes fantasiosos e que, mesmo que possam não convencer no argumento, deverão ser suficientemente imaginativos e com boas ideias visuais.

 

Outras estreias:

 

"Como Treinares o Teu Dragão", de Dean DeBlois e Chris Sanders
"Estão Todos Bem", de Kirk Jones
"Juntos ao Luar", de Lasse Hallström
"Millennium 2 - A Rapariga que Sonhava com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo", de Daniel Alfredson, + "As Maltratadas", de Ana Campina
"Um Sonho Possível", de John Lee Hancock

 

 

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Fundo de catálogo (42): Juliana Hatfield

 

Uma das sobreviventes do rock alternativo da década de 90, Juliana Hatfield editou há poucas semanas o seu décimo disco, "Peace and Love", mas este post recua alguns anos para recordar o segundo, "Become What You Are", de 1993.

 

Lançado pouco mais de um ano depois do registo de estreia, o álbum deixou algumas das canções mais representativas da cantautora norte-americana, que aí voltou a aliar uma voz doce a melodias simples e directas.

Outro elemento indissociável dos seus temas, as letras de tom confessional também ajudaram a gerar alguns momentos inspirados e cativantes, como é o caso de "My Sister", uma pequena pérola indie que ainda hoje mantém o apelo:

 

  

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