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gonn1000

Muitos discos, alguns filmes, séries e livros de vez em quando, concertos quando sobra tempo

Muitos discos, alguns filmes, séries e livros de vez em quando, concertos quando sobra tempo

A canção que veio do frio

Maud_Geffray

 

Ao lado de Sebastien Chenut, com quem forma os Scratch Massive, MAUD GEFFRAY tem-se destacado entre a nova pop electrónica francesa desde inícios do milénio. Mas o seu percurso a solo ainda parece estar só a começar.

 

Depois de se ter estreado em nome próprio em 2015, com a combinação de filme e música "1994", homenagem eufórica e nostálgica ao ano durante o qual se tornou melómana, deu outro passo promissor no single "Bleu pétrole", mais um mergulho instrumental por ambientes sintéticos e sombrios - e a reforçar a aproximação ao universo das bandas sonoras com travo sci-fi anos 80 já presente nos Scratch Massive.

 

Mas o melhor ainda parece estar para vir, ou assim parece ao primeiro contacto com "POLAAR", o tema de apresentação do seu álbum de título homónimo, agendado já para 12 de Maio. Bem menos soturno do que o que a cantora, compositora e produtora tinha editado até aqui (tanto a solo como acompanhada), o single surpreende ao apostar no formato canção e ao conjugar vozes angelicais, electrónica etérea e um arranjo de cordas que consolida o tom encantatório.

 

Algures entre os Flunk e os Ladytron mais oníricos (e mais inspirados), é um belo cartão de visita para um alinhamento com outras paisagens - a editora Pan European Recording situa-o entre o shoegaze e o italo disco enquanto também refere Lana Del Rey e Depeche Mode como influências. Até lá, fica a vista para o Inverno de Lapland, na Finlândia, cenário de um videoclip feito à medida da canção:

 

 

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