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gonn1000

Muitos discos, alguns filmes, séries e livros de vez em quando, concertos quando sobra tempo

Muitos discos, alguns filmes, séries e livros de vez em quando, concertos quando sobra tempo

O "french touch" já lá vai, mas ainda há boas novidades musicais francesas

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Descontando uma ou outra revelação, como Christine and the Queens, e grandes estrelas internacionais, caso dos recentemente separados Daft Punk, a nova música francesa já não chega a Portugal com a regularidade e dimensão de outros tempos (sejam os do "frech touch" electrónico, na década de 90, ou os dos universos da new wave e da chanson, mais lá para trás). Mas não será por falta de artistas interessantes. Nos últimos anos, Irène Drésel, Alice et Moi, Baptiste W. Hamon, FAUVE ou Modern Men, entre muitos outros, têm mostrado que há canções e discos merecedores de atenções fora de portas - da pop ao rock, da folk à música de dança.

Outro nome a acompanhar, REQUIN CHAGRIN é o projecto de Marion Brunetto, uma das apostas da KMS Disques - a editora de Nicola Sirkis, vocalista dos veteranos Indochine -, que depois de dois álbuns que justificam a (re)descoberta já anunciou o terceiro. Apontado para Abril, tem em "DÉJÀ VU" uma primeira amostra a sugerir que a dream pop, já presente nos registos antecessores, vai ganhar maior protagonismo. E a cantautora confirma-o ao salientar a influência dos Beach House, ainda que esta canção, dominada por teclados e sintetizadores, seja mais cintilante do que o registo habitual da dupla norte-americana.

O videoclip, a aliar simplicidade e elegância, mantêm o mar como ambiente natural, como já acontecia nas imagens de "Sémaphore", outro belo cartão de visita para um disco que valeu a espera, há dois anos.

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